Por Marcos Bedendo*
Ganhou as manchetes, durante a segunda quinzena de agosto, a notícia de que trabalhadores em regime de escravidão foram encontrados costurando roupas para a marca Zara. Isso nos faz refletir sobre a repercussão que essa informação teria caso a grife em questão não tivesse o conhecimento e o prestígio que essa marca tem entre os consumidores. Se em vez de Zara, a nome fosse de uma pequena confecção, ficariam todos estarrecidos e o assunto estaria sendo discutido na mesma magnitude?
Provavelmente, não. Histórias envolvendo imigrantes ilegais vindos da Bolívia e Peru, e, até mesmo de cidadãos brasileiros sendo mantidos em regime de escravidão ou semiescravidão - há algum tempo, são denunciadas por ONGs e foram alvo de investigações das Polícias Civil e Federal. No entanto, quando uma grande marca é envolvida, a notícia ganha a relevância que deveria ter tido no passado.
Temos a tendência de relegar a um submundo, que julgamos não fazermos parte, histórias escabrosas que não nos afetam. E somente quando essas histórias nos atingem num nível pessoal, nesse caso com grifes que usamos e admiramos, nos sentimos impelidos a fazer alguma coisa a respeito, mesmo que seja para mostrar a indignação por meio de comentários nas redes sociais.
Foi assim também com a Nike, no início dos anos 2000, em que foram encontrados tênis da marca sendo feitos por crianças no Sudeste Asiático. Nesse caso, a opinião pública mundial se mobilizou para debater a situação em profundidade. Até mesmo as ações da companhia perderam valor na bolsa de valores americana e a empresa prometeu aumentar o controle sobre os seus subcontratados e da mesma forma nos subcontratados de seus subcontratados.
Esse poder de repercussão que grandes marcas possuem pode ser visto como uma das principais responsabilidades sociais delas e propõe novos desafios aos seus executivos. A gestão das marcas deve até influenciar e ajudar a decidir assuntos que antes estavam muito longe de sua área de atuação, como a definição de fornecedores.
Essa perspectiva é muito positiva e deixa cada vez mais claro que a comunicação das empresas necessita se pautar por valores morais, éticos e responsáveis, valores esses que devem estar atrelados à missão e visão das organizações. É uma função social que as companhias precisam assumir perante a sociedade. Uma marca com esses valores pode, inclusive, em vez de gerenciar a crise a posteriori, levantar e discutir pontos que ainda não conseguiram a correta visibilidade da sociedade e liderar o caminho para que a indústria a qual faz parte possa ser mais justa com as pessoas, as comunidades e o meio ambiente.
Há alguns exemplos para isso. Hoje sabemos contar calorias em função da mobilização da indústria alimentícia. Aprendemos também pelas repercussões e publicidade dessa mesma indústria sobre a importância do consumo de fibras, os efeitos do colesterol e a evitar gorduras trans. Tivemos um pouco mais de conhecimento com o episódio da Nike a respeito da exploração e ambiente de trabalho de países cujos nomes não sabíamos antes do escândalo dos anos 2000. E ainda com a indústria de cosméticos, sobre a exploração do óleo de palma nas florestas africanas.
O papel das redes sociais se faz muito presente nesses assuntos. Afinal, se julgamos que elas pouco têm a fazer para diminuir a corrupção no governo, elas talvez causem estragos enormes na saúde das marcas. Nesse caso, um retweet ou um compartilhamento no Facebook começará, quem sabe, a mudar a nossa percepção de algumas marcas antes imaculadas.
Os executivos das principais empresas globais e brasileiras estão prontos para esses novos papéis que eles devem desempenhar? Eles estão aptos a discutir e abordar assuntos relevantes com os seus consumidores e a sociedade, em vez de focar nos benefícios de seus produtos? E as companhias sentem-se preparadas para que as áreas de comunicação assumam um papel ainda mais estratégico dentro das organizações, que podem inclusive conter a seleção de fornecedores? Se as respostas às perguntas acima forem negativas para a sua empresa, fica aqui o alerta: os consumidores já estão prontos!
* Marcos Bedendo é professor de gestão de marcas na graduação em comunicação e administração da ESPM-SP.
Fonte: Mundo Marketing
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Brasil fecha agosto com mais de 224 milhões de acessos móveis
O Brasil fechou agosto de 2011 com mais de 224 milhões de acessos na telefonia celular. Em oito meses, o Serviço Móvel Pessoal (SMP) registrou mais de 21 milhões de novas habilitações (crescimento de 10,39% no ano) e teledensidade de 114,88 acessos por 100 habitantes (crescimento de 9,74% no ano).
O número absoluto de novas habilitações em oito meses é o maior dos últimos onze anos (veja tabela abaixo).
Ano Nº de habilitações (de janeiro a agosto) Crescimento (%)
2000 4.771.455 31,74%
2001 3.495.983 15,08%
2002 2.835.054 9,86%
2003 5.212.106 14,94%
2004 10.638.496 22,94%
2005 13.341.755 20,34%
2006 8.694.662 10,09%
2007 11.011.275 11,02%
2008 17.440.796 14,42%
2009 13.897.614 9,23%
2010 15.469.027 8,89%
2011 21.078.104 10,39%
Do total de acessos em operação no país, 183,1 milhões são pré-pagos (81,75%) e 40,9 milhões pós-pagos (18,25%).
Em agosto, foram quase 3,7 milhões de habilitações (crescimento de 1,67% em relação a julho). A teledensidade avançou 1,59% (subiu de 113,08, em julho, para 114,88, em agosto).
Ano Em agosto Crescimento (%)
2000 679.488 3,55
2001 558.412 2,14
2002 542.997 1,75
2003 1.272.410 3,28
2004 1.765.998 3,20
2005 2.368.362 3,09
2006 1.858.216 2,00
2007 2.410.232 2,22
2008 3.089.919 2,28
2009 2.616.642 1,62
2010 2.407.224 1,29
2011 3.669.425 1,67
Dezenove Estados possuem mais de um acesso em serviço por habitante: Distrito Federal, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Goiás, Rio Grande do Sul, Rondônia, Mato Grosso, Santa Catarina, Pernambuco, Paraná, Espírito Santo, Amapá, Rio Grande do Norte, Tocantins, Sergipe, Minas Gerais, Amazonas e Acre.
A consolidação dos números mensais do serviço móvel está disponível na aba "Anatel Dados". Por meio dos diferentes relatórios disponíveis, o usuário poderá realizar pesquisas e cruzamentos conforme seu interesse.
Teledensidade por Unidades da Federação
Acompanhe no quadro abaixo a teledensidade do SMP nas 27 Unidades da Federação e nas cinco regiões do País.
Nº de Acessos em Operação Densidade (acessos por 100 habitantes)
Brasil 224.022.137 114,88
Distrito Federal 5.196.228 196,13
Goiás 7.502.488 123,15
Mato Grosso 3.703.869 117,95
Mato Grosso do Sul 3.184.367 130,17
Total da Região Centro-Oeste 19.586.952 136,7
Alagoas 3.140.414 96,29
Bahia 14.689.827 98,37
Ceará 8.393.155 96,07
Maranhão 4.795.750 72,78
Paraíba 3.861.680 99,51
Pernambuco 10.301.293 115,1
Piauí 3.001.551 92,53
Rio Grande do Norte 3.675.096 113,13
Sergipe 2.295.810 109,75
Total da Região Nordeste 54.154.576 98,58
Acre 735.276 101,46
Amapá 752.784 113,24
Amazonas 3.687.091 103,76
Pará 7.214.058 94,06
Rondônia 1.881.400 121,24
Roraima 440.828 98,74
Tocantins 1.494.896 111,66
Total da Região Norte 16.206.333 101,61
Espírito Santo 4.048.359 114,51
Minas Gerais 21.929.280 107,45
Rio de Janeiro 20.067.647 125,39
São Paulo 54.981.822 131,93
Total da Região Sudeste 101.027.108 123,77
Paraná 12.451.102 114,59
Rio Grande do Sul 13.362.970 121,31
Santa Catarina 7.233.096 115,21
Total da Região Sul 33.047.168 117,36
Acompanhe nos quadros abaixo os Estados com maior crescimento no indicador, que é utilizado internacionalmente para demonstrar o número de acessos em serviço em cada grupo de 100 habitantes.
UF (Teledensidade) Crescimento em agosto (%) UF (Teledensidade) Crescimento no ano (%)
Maranhão (78,78) 3,44 Maranhão (78,78) 19,66
Pará (94,06) 3,41 Bahia (98,37) 16,29
Roraima (98,74) 2,64 Pará (94,06) 16,28
Amazonas (103,76) 2,33 Piauí (92,53) 15,43
Rio de Janeiro (125,39) 2,20 Amazonas (103,76) 13,73
Acompanhe abaixo a evolução da teledensidade nas regiões.
Região Crescimento em agosto (%) Crescimento no ano (%)
Norte (101,61) 2,54 14,04
Sudeste (123,77) 1,68 8,02
Nordeste (98,58) 1,52 12,68
Centro-Oeste(136,70) 1,24 9,82
Sul (117,36) 1,20 8,42
Distribuição dos acessos por Unidade da Federação, Região e modalidade de cobrança
Quantidade de Acessos/Plano de Serviço/Unidade da Federação
Brasil Pré-Pago Percentual (%) Pós-Pago Percentual (%) Total
Região Nordeste 48.780.233 90,08 5.374.343 9,92 54.154.576
Alagoas 2.839.727 90,43 300.687 9,57 3.140.414
Bahia 13.187.601 89,77 1.502.226 10,23 14.689.827
Ceara 7.563.668 90,12 829.487 9,88 8.393.155
Maranhão 4.467.507 93,16 328.243 6,84 4.795.750
Paraíba 3.505.562 90,78 356.118 9,22 3.861.680
Pernambuco 9.188.895 89,2 1.112.398 10,8 10.301.293
Piauí 2.764.723 92,11 236.828 7,89 3.001.551
Rio Grande do Norte 3.257.011 88,62 418.085 11,38 3.675.096
Sergipe 2.005.539 87,36 290.271 12,64 2.295.810
Região Sudeste 77.764.147 76,97 23.262.961 23,03 101.027.108
Espirito Santo 3.120.973 77,09 927.386 22,91 4.048.359
Minas Gerais 16.948.728 77,29 4.980.552 22,71 21.929.280
Rio de Janeiro 15.102.535 75,26 4.965.112 24,74 20.067.647
São Paulo 42.591.911 77,47 12.389.911 22,53 54.981.822
Região Sul 25.587.607 77,43 7.459.561 22,57 33.047.168
Paraná 9.992.952 80,26 2.458.150 19,74 12.451.102
Rio Grande do Sul 9.873.345 73,89 3.489.625 26,11 13.362.970
Santa Catarina 5.721.310 79,1 1.511.786 20,9 7.233.096
Região Centro-Oeste 16.384.537 83,65 3.202.415 16,35 19.586.952
Distrito Federal 4.173.241 80,31 1.022.987 19,69 5.196.228
Goiás 6.527.739 87,01 974.749 12,99 7.502.488
Mato Grosso 3.125.707 84,39 578.162 15,61 3.703.869
Mato Grosso do Sul 2.557.850 80,33 626.517 19,67 3.184.367
Região Norte 14.611.909 90,16 1.594.424 9,84 16.206.333
Acre 656.358 89,27 78.918 10,73 735.276
Amapá 678.000 90,07 74.784 9,93 752.784
Amazonas 3.252.211 88,21 434.880 11,79 3.687.091
Pará 6.618.200 91,74 595.858 8,26 7.214.058
Rondônia 1.685.293 89,58 196.107 10,42 1.881.400
Roraima 389.174 88,28 51.654 11,72 440.828
Tocantins 1.332.673 89,15 162.223 10,85 1.494.896
Total 183.128.433 81,75 40.893.704 18,25 224.022.137
Mercado
O quadro a seguir apresenta o market share do serviço móvel no Brasil.
Participação das empresas
Holding Número de acessos Participação (%)
Vivo 66.177.439 29,54
Claro 56.803.489 25,36
Tim 58.215.450 25,99
Oi 42.081.531 18,78
CTBC 667.652 0,3
Sercomtel 76.576 0,03
Unicel 0 0
Os terminais 3G* (banda larga móvel) totalizaram, em agosto de 2011, quase 31,7 milhões de acessos, o que representa um crescimento de 53,56% no ano. Veja na tabela a seguir a participação de cada tecnologia no mercado.
Acessos Móveis por Tecnologia
Tecnologia Total Participação (%)
GSM 190.181.203 84,89
WCDMA 24.640.646 11
Terminais de Dados 7.036.402 3,14
CDMA 2.163.884 0,97
TDMA 2 0
Ranking da Teledensidade por área de registro
A maior teledensidade por área de registro é verificada na 71 (cuja principal cidade é Salvador), onde existem 178,72 acessos por grupo de cem habitantes.
Ranking de Densidade por Código Nacional (AR)
Ranking UF Área de Registro Cidade principal Acessos p/ 100 Hab.
1° BA 71 Salvador 178,72
2° DF 61 Brasília 163,86
3° SP 12 São José dos Campos 142,42
4° GO 62 Goiânia 140,01
5° SP 11 São Paulo 139,24
6° SP 19 Campinas 134,4
7° RS 51 Porto Alegre 134,19
8° MG 31 Belo Horizonte 133,82
9° AM 92 Manaus 133,81
10° SC 48 Florianópolis 132,28
11° PR 41 Curitiba 131,23
12° RJ 22 Campos dos Goytacazes 130,42
13° MS 67 Campo Grande 130,17
14° RS 53 Pelotas 130,16
15° PE 81 Recife 127,17
16° MT 65 Cuiabá 126,59
17° RJ 21 Rio de Janeiro 126,04
18° CE 85 Fortaleza 124,73
19° SP 13 Santos 123,92
20° SC 47 Joinville 121,69
21° RO 69 Porto Velho 121,24
22° SP 16 Ribeirão Preto 121,14
23° ES 27 Vitória 120,68
24° MG 34 Uberlândia 117,72
25° GO 64 Rio Verde 116,34
26° SP 17 São José do Rio Preto 116,05
27° RJ 24 Volta Redonda 114,74
28° SP 14 Bauru 114,73
29° RS 54 Caxias do Sul 114,21
30° SP 15 Sorocaba 113,87
31° PR 45 Foz do Iguaçu 113,43
32° AP 96 Macapá 113,24
33° RN 84 Natal 113,13
34° MG 37 Divinópolis 112,63
35° TO 63 Palmas 111,66
36° PR 43 Londrina 111,33
37° SE 79 Aracaju 109,75
38° PR 44 Maringá 109,73
39° SP 18 Presidente Prudente 109,3
40° MT 66 Rondonópolis 108,17
41° PI 86 Teresina 107
42° AC 68 Rio Branco 101,46
43° PA 91 Belém 101,45
44° PA 94 Marabá 101,14
45° PB 83 João Pessoa 99,51
46° RR 95 Boa Vista 98,74
47° PR 42 Ponta Grossa 98,52
48° MG 35 Varginha 96,95
49° MG 32 Juiz de Fora 96,9
50° AL 82 Maceió 96,29
51° RS 55 Santa Maria 94,55
52° PR 46 Pato Branco 91,44
53° SC 49 Chapecó 89,2
54° ES 28 Cachoeiro de Itapemirim 89
55° MG 38 Montes Claros 85,53
56° MA 98 São Luís 82,96
57° BA 73 Ilhéus 81,86
58° PE 87 Petrolina 80,61
59° BA 75 Feira de Santana 80,38
60° CE 88 Juazeiro do Norte 68,58
61° BA 77 Barreiras 67,16
62° PI 89 Picos 66,52
63° MG 33 Governador Valadares 64,85
64° BA 74 Juazeiro 59,5
65° PA 93 Santarém 58,88
66° MA 99 Imperatriz 58,79
67° AM 97 Coari 30,41
* O número indicado como banda larga móvel é o somatório das tecnologias WCDMA e os terminais de dados.
Fonte: Maxpressnet
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Crises no mundo virtual. É possível sair ileso?
Silvana Chaves
Fonte: Comunique-se
| Na era em que o cliente ou leitor pode comentar em qualquer lugar – empresas como a Whirpool (Brastemp), Nike, Folha de S. Paulo e o site de reclamações coletivas, o Reclame Aqui discutiram na última sexta-feira (2/9) no Info@Trends, como lidar com maus-entendidos virtuais. O debate foi mediado por Mauro Segura, diretor de marketing e comunicação da IBM. O fundador do Reclame Aqui, Maurício Vargas explicou que normalmente as empresas não se preparam para atender os clientes nas mídias sociais. “Cerca de 30% das empresas tratam os acionamentos do Reclame Aqui como ações de mídia social e contratam assessorias de imprensa para responder as reclamações.” Segundo ele, as empresas conscientes preparam uma equipe de atendimento – que normalmente está em seu primeiro emprego – para atender a essa demanda. Inimigo ocultoPara Maurício Vargas, as empresas contam com um novo tipo de inimigo: os próprios empregados. “Fiz uma estatística e vi que em média três mil pessoas entram no site do Reclame Aqui para reclamar contra a própria empresa em que trabalham. Principalmente aqueles dos serviços de venda de telefonia e TV por assinatura.” Vargas reforça novamente que as empresas precisam ter uma estrutura que comporte o fluxo de informações ao se lançar nas mídias sociais. Senão, segundo ele, é como dar um tiro no pé. "Se a empresa tiver estrutura, abra um canal no twiter e facebook para interagir e atender a todos. Se não o tiver, não o faça. Senão todos usarão esse canal e se cria uma outra crise por falta de resposta.” Funcionário aliadoCláudia Sender, diretora de marketing da Whirpool – responsável pela Bratemp no Brasil - ressalta que, primeiramente, no caso da companhia, é o consumidor gerador da crítica que deve se atendido, no canal ou mídia social em que foi gerado a crítica. Em seguida, caso o assunto ganhe repercussão, é necessário sim fazer uma campanha interna, para que os colaboradores ajam como “advogados do bem da marca, não prejudicando com comentários com boas intenções, mas nem sempre verdadeiros”. “O funcionário é condescendente, é parte de tudo aquilo que a marca faz. Se ela comete enganos, o funcionário acaba sendo responsabilizado com ela, como parte do problema”, afirma Maurício Andrada e Silva, diretor de comunicação da Nike. Vida pessoal x Vida na redeNo caso dos comunicadores, a pergunta sempre é feita: qual é a “etiqueta” para atuar nas mídias sociais? Ela realmente existe? Diante de comentários polêmicos nas redes, que causaram demissões, a ombudsman do jornal Folha de S.Paulo, Suzana Singer, diz que o melhor seria os profissionais da mídia manterem a vida pessoal pessoal afastada das redes. “Jornalista não deveria ter twitter pessoal, principalmente porque ele pode tweetar algo ofensivo e não sabe onde estará ou quem entrevistará amanhã. Não tem como ter dupla personalidade, assim como não dá para ter duas contas no twitter". reforça Singer. |
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Marcelo Peruzzo inaugura o primeiro instituto de neurobusiness da América Latina
O ipdo!s neurobusiness é a primeira empresa da América Latina com foco em pesquisas neurocientíficas nas áreas de gestão empresarial, com ênfase em marketing, comunicação, gestão de pessoas, liderança, vendas e economia. Se trata de um marco na gestão de negócios, onde ferramentas inovadoras e inéditas permitem com precisão, entender o consciente e inconsciente de clientes e colaboradores, permitindo uma assertividade nas estratégias empresariais jamais vista no mercado brasileiro. No segmento de neuromarketing é a única do Brasil com estrutura e equipamentos próprios, não dependendo de terceiros, incubadoras, comodato ou entidades educacionais para realização de pesquisas neurocientificas.
Laboratório móvel
Laboratório móvel
O primeiro laboratório móvel de neuromarketing da América Latina proporciona abordagens no local onde o cliente de fato toma a decisão de compra, e não em laboratórios tradicionais de pesquisa. Além de permitir acesso a locais remotos, privacidade no momento dos estímulos, entre outros diferenciais.
Disponível inicialmente para o sudeste e sul do Brasil, o primeiro laboratório móvel de neuromarketing revoluciona a forma de abordagem em pesquisas de neuromarketing, principalmente no ponto central das discussões sobre o real valor das análises em laboratórios: Será que o cliente mantém a mesma opinião do ambiente de compra, em um ambiente de pesquisa?
Entendendo que este fator é relevante, o ipdo!s não poupou investimentos em oferecer uma solução prática e que permite algo também inédito até então no neuromarketing: Amostras de pesquisa com maior volume de participantes, permitindo cruzamentos de dados demográficos, psicográficos, comportamentais e geográficos, com um grau de confiabilidade muito superior às demais abordagens realizadas atualmente.
O laboratório móvel do ipdo!s possui características únicas, que oferece aos clientes velocidade, segurança, qualidade e praticidade nas abordagens mercadológicas. Acompanhe alguns diferenciais:
- Veículo leve e compacto, permitindo inclusive que as abordagens aos clientes, sejam executadas em centros comerciais e shoppings.
- Equipe especializada formada por pesquisadores com ampla experiência.
- Todas as abordagens são efetuadas com o acompanhamento de segurança profissional e terceirizada, permitindo total tranquilidade aos participantes e staff.
- Gerador de energia próprio com autonomia para 12 horas de funcionamento ininterruptas.
- Tenda seletiva, permitindo que o participante não tenha desvio de atenção e compartilhamento de sua experiência.
- A unidade móvel está preparada para pesquisas com Eye Tracking, Eletroencefalograma, Face Reading entre outras soluções exclusivas.
O departamento comercial do ipdo!s está à disposição para maiores informações e demonstração in-company.
Contratações de executivos fora do eixo Rio- São Paulo já representam 36% na Michael Page.
A Michael Page, a maior empresa de recrutamento especializado do mundo listada na Bolsa de Londres*, mostra em seu estudo mais recente a “profissão das regiões brasileiras”.
Trata-se de um levantamento feito em sua base de contratações do primeiro semestre em todo o Brasil, que consegue mostrar com clareza um perfil de cada região brasileira.
“Nossa atuação em todas as regiões do país é fundamental para a contratação dos profissionais de maneira assertiva. Através de nossos 10 escritórios espalhados pelo país, conseguimos conhecer profundamente os hábitos e a cultura corporativa local” afirma Pontes.
“As contratações fora das regiões metropolitanas de Rio e São Paulo já representam 36%, o que nos possibilita traçar um perfil bastante interessante das regiões brasileiras. Hoje sabemos que profissão teria cada região do Brasil, se fossem um executivo.”
Região Metropolitana de São Paulo: Gerente Financeiro
· São Paulo é um Gerente Financeiro. Controla as despesas, Paga e Recebe as contas, negocia dívidas e planeja as melhores estratégias de investimento.
- Apesar do maior equilíbrio entre todas as regiões do país em termos de contratação, ainda predominam as contratações da área financeira. 25% das colocações da região são para Finanças.
Interior de São Paulo: Engenheiro
- O interior de São Paulo é um Engenheiro. Constrói e mantém novas fábricas, organiza a produção, garante a qualidade dos produtos em todas as suas fases de produção, coordena grandes projetos.
- Mais de 50% das contratações da Região estão ligadas às Engenharias, seja de produção, construção, manutenção, processos, entre outros.
Rio de Janeiro: Engenheiro de Projetos de Infra Estrutura e Exploração
- O Rio de Janeiro, apesar do equilíbrio com a área financeira, também é um Engenheiro. È voltado à concepção e execução de projetos de infra-estrutura e de exploração de petróleo.
- 33% das contratações do Rio hoje estão nas divisões de engenharia e Oil & Gás.
Minas Gerais: Engenheiro de Obras
- Minas Gerais também é um engenheiro, um engenheiro de obras. Coordena contratos e orçamentos e supervisiona a execução dos projetos
- Mais de 42% das contratações da região estão ligadas às engenharias, especialmente de Obras.
Sul: Gerente Comercial
- O Sul é um Gerente Comercial. Visita clientes constrói relacionamentos, desenvolve novos negócios, busca alternativas de receita.
- Apesar do grande equilíbrio na região, 28% das contratações estão ligadas às atividades comercias ou de marketing
Norte / Nordeste / Centro Oeste: Gerentes Regionais de Vendas
- O Norte, Nordeste e Centro-Oeste são Gerentes Regionais de Vendas. Representam as companhias nas regiões, desbravam os mercados locais, mantêm e ampliam relacionamentos com parceiros comerciais
- Mais de 60% das contratações da Michael Page para estas regiões estão ligadas às atividades de um gerente regional de vendas
“Nos preparamos para este momento do Brasil. Trabalhamos muito para estruturar nossas equipes para o salto que o Brasil daria. Buscamos presença em todos os cantos do país. As notícias são muito boas e ainda vemos um cenário promissor em médio prazo, mesmo com rumores negativos vindos da Europa. Somos a terceira operação global e buscaremos manter esta posição, quem sabe até crescer”, afirma Pontes.
Hoje, a Michael Page possui 200 consultores especializados no Brasil e já entrevistou mais de 30.000 profissionais apenas nos primeiros 6 meses do ano.
Presente em 32 países e responsável pela contratação de mais de 30 mil executivos no mundo todos os anos, o Grupo Michael Page está a 11 anos no Brasil. O país hoje representa a 3ª operação do grupo em faturamento e responde por cerca de 10% do volume global de contratações.
O crescimento da no segundo trimestre de 2011 contra o mesmo período do ano anterior foi de 75%, tanto em volume de contratações quanto em receita. Quando comparado o segundo trimestre contra o primeiro trimestre de 2011, o crescimento também mostra força, com consistentes 30%.
* Dados de valor de mercado da Bolsa de Londres, do segundo trimestre de 2011.
Fonte: Conteúdo Comunicação - Claudio Sá
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Cuidado com o microfone: o que nunca deveria ter vazado
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Além destes casos – de Godoi e do jornalista da Escandinávia -,
há outros mais polêmicos, como o vazamento do áudio do
apresentador Boris Casoy em 2010, que comentou uma
reportagem em que lixeiros eram entrevistados. Na ocasião,
o jornalista disse. "Que merda: dois lixeiros desejando felicidades
do alto da suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho".
No dia seguinte, o âncora da Band pediu desculpas pela frase.
Em março deste ano, a Rádio Senado deixou vazar a matéria
de uma suposta homenagem para a eventual morte do
presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). O áudio
chegou às mãos do jornal O Estado de S. Paulo. O material
contava parte da vida e carreira pública do ex-presidente,
referindo-se ao político sempre no passado.
de uma suposta homenagem para a eventual morte do
presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). O áudio
chegou às mãos do jornal O Estado de S. Paulo. O material
contava parte da vida e carreira pública do ex-presidente,
referindo-se ao político sempre no passado.
Fonte: Comunique-se
segunda-feira, 25 de julho de 2011
GUSTAVO UNGARO É O CONVIDADO PARA O TERCEIRO EVENTO
GUSTAVO UNGARO É O CONVIDADO PARA O TERCEIRO EVENTO PREPARATÓRIO PARA A VIII CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL EM JUNDIAÍ.
Advogado, bacharel e mestre em Direito pela USP, Gustavo Ungaro ocupou os cargos de Secretário-adjunto da Justiça e da Defesa da Cidadania, foi secretário-diretor Geral do Tribunal de Alçada Criminal do Estado de São Paulo, Coordenador do Programa de Proteção a Testemunhas do Ministério da Justiça e Secretário Municipal da Casa Civil de Jundiaí.
Convidado a palestrar sobre o terceiro e último tema para os Eventos Preparatórios para a VIII Conferência Municipal de Assistência Social, ele falará sobre: «A centralidade do SUAS na erradicação da extrema pobreza no Brasil.».
A palestra será proferida no próximo dia 29 de julho, às 10h30 no Auditório do Paço Municipal, para o público convidado.
O primeiro tema dos Eventos Preparatórios foi «Fortalecimento da participação e do controle social» e teve como público alvo, usuários dos Centros de Referência de Assistência Social - CRAS Jardim São Camilo e Jardim Novo Horizonte. No CRAS São Camilo, participaram 41 pessoas e no Jardim Novo Horizonte foram 52 participantes.
No dia 21 de julho, a Assistente Social e mestranda em Serviço Social na PUC-SP/2010, Aline Aparecida da Silva Lima palestrou sobre dois temas: «Estratégias para a estruturação da gestão do trabalho no SUAS» e «Reordenamento e qualificação dos serviços socioassistenciais» para cerca de 100 pessoas no Auditório da Anhanguera Educacional.
De cada um dos três eventos preparatórios serão elaboradas propostas de acordo com os temas.
Estas propostas serão discutidas e aprovadas no próximo dia 4 de agosto, bem como serão eleitos os Delegados que representarão Jundiaí na VIII Conferência Estadual.
Jundiaí sempre tem realizado e participado ativamente de todas as Conferências, não somente na instância municipal. Por consequência sempre contribui com propostas oriundas da reflexão sobre os temas sugeridos por cada uma delas.
Cabe lembrar que é importante entender que propostas municipais levadas para Conferências, de outras instâncias, acabam tendo caráter globalizado, e somam a outras propostas retiradas de Conferências de outros municípios e Estados. As propostas que partem do município, ganham espaço em âmbito nacional a partir do momento em que todos os municípios do país estarão refletindo e desenvolvendo sobre estes mesmos temas.
“Será levado para a Conferência Estadual, o que a sociedade organizada de Jundiaí refletiu e propôs sobre os temas pautados. Na Conferência Estadual, soma-se o que todos os municípios do Estado de São Paulo propuseram em suas respectivas Conferências e consolidarão assim as propostas do Estado que serão apresentadas e deliberadas na Conferência Nacional.
As Conferências exigem um olhar mais amplo visando unir esforços para o desenvolvimento de uma Política Pública que tenha em seu bojo ações propositivas de todos os atores envolvidos nestas discussões.” Afirmou Maria Aparecida Carlos, presidente do Conselho Municipal de Assistência Social.
Mais informações no site: HTTP://cmas.jundiai.sp.gov.br
Programação da VIII Conferência Municipal de Assistência Social
19/07 Evento Preparatório VIII Conferência Municipal de Assistência Social
Tema: “Fortalecimento da participação e do controle social”
Às 15h no CRAS São Camilo e CRAS Novo Horizonte
Público-alvo: Usuários dos respectivos territórios.
21/07 Evento Preparatório para a VIII Conferência Municipal de Assistência Social
Temas: “Estratégias para a estruturação da gestão do trabalho no SUAS.” e “Reordenamento e qualificação e dos serviços socioassistenciais”.
Palestrante: Aline Aparecida da Silva Lima - Assistente Social, mestranda em Serviço Social na PUC-SP/2010. Consultora para projetos sociais nas áreas pública e empresarial.
Às 16h30 no Auditório da Faculdade Anhanguera Educacional - Rua do Retiro, 3000 - Jardim das Hortências.
Público-alvo: Técnicos e Profissionais do Poder Público e Sociedade Civil.
29/07 Evento Preparatório VIII Conferência Municipal de Assistência Social
Tema: “A centralidade do SUAS na erradicação da extrema pobreza no Brasil.”
Palestrante: Dr Gustavo Ungaro - Diretor-Presidente da Corregedoria-Geral do Estado de São Paulo.
Advogado, bacharel e mestre em Direito pela USP, Gustavo Ungaro ocupou os cargos de Secretário-adjunto da Justiça e da Defesa da Cidadania, foi secretário-diretor Geral do Tribunal de Alçada Criminal do Estado de São Paulo, Coordenador do Programa de Proteção a Testemunhas do Ministério da Justiça e Secretário Municipal da Casa Civil de Jundiaí.
Às 10h30 no Auditório do Paço Municipal, Av. da Liberdade, s/nº, 8º andar, Ala Norte, Jundiaí.
Público-alvo: Três Poderes, Defensoria Pública, Ministério Público, Conselhos Municipais de Assistência Social, dos Direitos da Criança e Adolescente e Conselho Tutelar.
1/08 Abertura da VIII Conferência Municipal de Assistência Social
Tema: “Consolidação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e a valorização de seus trabalhadores”
Às 17h no Auditório Elis Regina - Complexo Educacional e Cultural Argos. Av.Dr. Cavalcanti, nº 396 -Vila Arens.
Palestrante: Raquel Raichelis Degenszajn - Possui graduação em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo- PUCSP (1971), mestrado em Serviço Social pela PUCSP (1986) e doutorado em Serviço Social pela PUCSP(1997).
É professora assistente-doutora do Departamento de Fundamentos do Serviço Social da Faculdade de Serviço Social da PUCSP, professora do Programa de Estudos Pós-Graduados em Serviço Social da PUCSP, pesquisadora do Instituto de Estudos Especiais da PUCSP nas áreas de gestão pública e políticas sociais/ política de assistência social, consultora no campo da gestão pública,vice-coordenadora do Programa de Estudos Pós-Graduados em Serviço Social da PUCSP (2005-2007), Vice Reitora Acadêmica da PUCSP (2000-2004). Docente e pesquisadora da área de Serviço Social nos seguintes temas: fundamentos teórico-metodológicos do serviço social, trabalho e profissão, política pública de assistência social, sociedade civil e processos de democratização, estado e política social, gestão pública e controle social. Integra conselhos editoriais das Revistas: Serviço Social e Sociedade, Em Pauta, Inscrita e Plurais, é autora de livros e artigos em revistas especializadas nas áreas de Serviço Social e Ciências Sociais.
4/08 VIII Conferência Municipal de Assistência Social
Tema: “Consolidação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e a valorização de seus trabalhadores”
Às 8h no Auditório Elis Regina - Complexo Educacional e Cultural Argos. Av.Dr. Cavalcanti, nº 396 -Vila Arens.
Objetivo: Discussão e Aprovação das Propostas obtidas nos Eventos Preparatórios e Eleição dos Delegados que representarão Jundiaí na VIII Conferência Estadual.
Prefeitura Municipal de Jundiaí: Prefeito Miguel Haddad
Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social: Secretária Maria Aparecida Rodrigues Mazolla
Conselho Municipal de Assistência Social: Presidente Maria Aparecida Carlos
Informações à imprensa
CHCom
11 3446-4748
www.claudiahespanha.com.br
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