Recebi recentemente via e-mail do professor Marcelo Peruzzo, uma pesquisa sobre Realidade Aumentada.
Desconhecia a tecnologia e achei interessantíssimo. Pude comprovar, não pelo Jornal da Globo, como sugerido na matéria do link que segue, mas no site da Universal com o Parque Temático de Hogwarts
http://www.universalorlando.com/harrypotter/
Ainda deve detalhes, mas impressiona.
http://www.harrypotter3d.com/
Você imprime o mapa e sua webcam “lê” em 3d a planta do parque que será inaugurado na primavera (acredito que nos próximos meses).
A matéria sobre Realidade aumentada, é do Jornal da Globo, e explica como a tecnologia funciona.
Realmente para uso em anúncios de carros, lançamentos imobiliários, entre outros segmentos será muito útil e uma forma mais convincente de apresentar o produto.
O elemento curiosidade humana será, mais uma vez o grande apelo do recurso.
Recomendo.
http://www.youtube.com/watch?v=XqLzR4_0ttY
sábado, 20 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Vendas pela internet movimentam R$ 10,6 bi em 2009 e crescem 30%
da Folha Online
TATIANA RESENDE
da Folha Online
As compras feitas pela internet no ano passado totalizaram R$ 10,6 bilhões, com alta de 30% no confronto com 2008, de acordo com pesquisa da consultoria de comércio eletrônico e-bit. Os números divulgados nesta terça-feira não consideram as vendas de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais.
Cerca de 17,6 milhões de consumidores brasileiros já haviam feito pelo menos uma compra pela internet ao final de 2009, segundo o levantamento, com crescimento de 33%. O número representa 26% dos internautas no Brasil, o que mostra, de acordo com a consultoria, que ainda há muito espaço para crescer.
Desse total, 4,4 milhões tiveram a experiência de uma compra virtual pela primeira vez no ano passado, dos quais 60% têm renda familiar até R$ 3.000.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro
TATIANA RESENDE
da Folha Online
As compras feitas pela internet no ano passado totalizaram R$ 10,6 bilhões, com alta de 30% no confronto com 2008, de acordo com pesquisa da consultoria de comércio eletrônico e-bit. Os números divulgados nesta terça-feira não consideram as vendas de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais.
Cerca de 17,6 milhões de consumidores brasileiros já haviam feito pelo menos uma compra pela internet ao final de 2009, segundo o levantamento, com crescimento de 33%. O número representa 26% dos internautas no Brasil, o que mostra, de acordo com a consultoria, que ainda há muito espaço para crescer.
Desse total, 4,4 milhões tiveram a experiência de uma compra virtual pela primeira vez no ano passado, dos quais 60% têm renda familiar até R$ 3.000.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro
quinta-feira, 11 de março de 2010
Recall do Stilo vai envolver 60 mil carros, segundo a Fiat
11/03/2010 - 09h42
Recall do Stilo vai envolver 60 mil carros, segundo a Fiat
da Folha Online
O recall do Stilo, da Fiat, vai atingir cerca de 60 mil unidades no país, de acordo com a assessoria de imprensa da montadora. No entanto, ainda não há data marcada para o início da convocação dos proprietários.
O Ministério da Justiça multou a montadora em R$ 3 milhões devido a um defeito nas rodas do Stilo que causou acidentes e não foi solucionado pela Fiat. O governo determinou que a montadora faça o recall imediato dos automóveis.
Governo determina recall do Stilo e multa Fiat em R$ 3 milhões
Fiat discorda de decisão do governo sobre recall do Stilo, diz em nota
Vítima diz que concessionária sabia de defeito em carro da Fiat
Brasil teve 40 casos de recall de veículos em 2009
Setor tenta recuperar confiança do consumidor em meio a recalls
Segundo a assessoria de imprensa da Fiat, o recall deve acontecer "o mais breve possível". No entanto, o presidente da montadora, Cledorvino Belini, negou ontem (10) que haja problemas no modelo. "O problema da roda ocorreu em consequência do acidente e não [foi] o cubo que gerou o acidente", disse Belini à Agência Brasil, após participar de reunião na Fiesp (Federação da Indústria do Estado de São Paulo).
De acordo com ele, "o produto atende às especificações, não existe o defeito". "Estamos com todos os testes feitos pelo Inmetro [Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial] e por vários institutos, e essa é a realidade dos fatos", afirmou.
Recall do Stilo vai envolver 60 mil carros, segundo a Fiat
da Folha Online
O recall do Stilo, da Fiat, vai atingir cerca de 60 mil unidades no país, de acordo com a assessoria de imprensa da montadora. No entanto, ainda não há data marcada para o início da convocação dos proprietários.
O Ministério da Justiça multou a montadora em R$ 3 milhões devido a um defeito nas rodas do Stilo que causou acidentes e não foi solucionado pela Fiat. O governo determinou que a montadora faça o recall imediato dos automóveis.
Governo determina recall do Stilo e multa Fiat em R$ 3 milhões
Fiat discorda de decisão do governo sobre recall do Stilo, diz em nota
Vítima diz que concessionária sabia de defeito em carro da Fiat
Brasil teve 40 casos de recall de veículos em 2009
Setor tenta recuperar confiança do consumidor em meio a recalls
Segundo a assessoria de imprensa da Fiat, o recall deve acontecer "o mais breve possível". No entanto, o presidente da montadora, Cledorvino Belini, negou ontem (10) que haja problemas no modelo. "O problema da roda ocorreu em consequência do acidente e não [foi] o cubo que gerou o acidente", disse Belini à Agência Brasil, após participar de reunião na Fiesp (Federação da Indústria do Estado de São Paulo).
De acordo com ele, "o produto atende às especificações, não existe o defeito". "Estamos com todos os testes feitos pelo Inmetro [Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial] e por vários institutos, e essa é a realidade dos fatos", afirmou.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
“O momento da atividade de Relações Públicas”
João A. Ianhez
Presidente do CONFERP
CONRERP 2ª Região - 004
A atividade de Relações Públicas vive momento de definições: Para onde ir? Como agir? O que fazer?
Os críticos das Relações Públicas são muitos, inclusive entre os profissionais da área. Poucos são os colaboradores de boa vontade e sinceros.
O grande vilão é o Conselho, o Sistema CONFERP e a regulamentação da profissão. A maioria dos profissionais é contra o sistema cartorial que eles representam.
As Relações Públicas significam liberdade, democracia, rua de duas mãos, harmonia. Por princípio e com base na filosofia da sua atividade, o profissional de Relações Públicas deve ser contra o sistema cartorial. Ele deve ser defensor da democracia - liberdade de expressão, direito de empreender e realizar.
Há 27 anos, preguei a “desregulamentação”. Entendia que a abertura que se desenhava faria o país arejar as suas idéias, adotando a doutrina liberal, em voga na maior parte do mundo. Aconteceu o inverso. Os sistemas cartoriais se multiplicaram. Hoje, o Estado cartorial volta a crescer. O governo se agiganta. Parece querer o controle do Estado sobre tudo e sobre todos. Um autêntico retrocesso.
Neste momento, com as suas instituições enfraquecidas, a “desregulamentação” colocará a profissão de bandeja nos braços das atividades da área de comunicação social. A maioria em busca da regulamentação. Elas não titubearão em colocar as Relações Públicas sob suas asas cartoriais. Por outro lado, o cartório cresceu tanto que, ao “desregulamentar” os profissionais da área estarão enquadrados em outra profissão regulamentada. Se isso acontecer, representará uma clara demonstração da falta de união e ausência de consciência de classe. Uma derrota para todos os profissionais, sem exceções.
A regulamentação foi imposição do regime que objetivava controlar a todos e a tudo. Na época, todos vibraram: A profissão fora regulamentada! Esse ato foi entendido como reconhecimento da importância da atividade. Foi encarado como vitória. Só quem viveu a época sabe como é fácil ser enganado num país de mentalidade cartorial, ainda mais sob regime ditatorial. Você pensa que está agindo certo. Mais tarde, vai descobrir que foi enganado, que tomou a atitude errada.
A maioria dos profissionais que está no mercado desde os anos 60, apoiou a regulamentação e o Sistema CONFERP, em algum momento. Não poderia ser diferente, num país cartorial. Esse ranço atingiu praticamente todas as instituições, principalmente na época da ditadura militar.
Os cartórios das profissões são instituições nacionais. Muitas profissões têm o seu cartório. Outras, estão buscando criar os seus. O fato é que o sistema cartorial pode trazer benefícios ou dificuldades, dependendo do grau de união da classe que representa.
A regulamentação foi benéfica para muitas profissões. Conseguiram “transformar o limão numa limonada”. Implantaram o espírito de união. Fizeram dela uma forma de aperfeiçoar a qualidade dos profissionais. Estes se orgulham dos seus Conselhos, Federações e Ordens.
Muitos profissionais de Relações Públicas criticam a regulamentação e se envergonham dela. Estão em contraposição aos administradores de empresas, aos economistas, aos contadores, aos advogados, aos enfermeiros, aos profissionais de educação física. Só para citar alguns. Sem esquecer os jornalistas, os que atuam nas assessorias, combatem o conselho de Relações Públicas e lutam pelo deles, há anos.
Os profissionais de Relações Públicas podem seguir os mesmos caminhos dos conselhos que tiveram sucesso? Podem fazer do seu Conselho um formador de profissionais mais qualificados? Atuarem para que tenham orgulho da profissão? Promoverem a adoção das Relações Públicas pelas organizações? Ampliarem o mercado de trabalho? Construírem união forte, para caminharem de forma positiva nessas questões? Enfrentarem outros desafios que se apresentarem? Todas as respostas são positivas. Entre os profissionais da área existem competências para essas tarefas.
Os profissionais que criticam os colegas e as suas entidades criticam a si mesmos. Eles demonstram que não conseguem fazer valer suas idéias na profissão. Como vão colocar as idéias das empresas para as quais trabalham junto aos públicos das mesmas? Nesses casos, as críticas significam esburacar as estradas pelas quais caminharão. Significam redução de espaços para a profissão.
Há muita desinformação entre os profissionais que criticam. Sendo assim, perdem a razão. Os profissionais de Relações Públicas e das áreas de comunicação não podem pecar pela desinformação. Esta é, senão a principal, uma das principais ferramentas de trabalho deles.
Se não puder falar bem da profissão, não diga nada! Se tiver vontade, ajude a profissão a levantar a cabeça e a divisar novos horizontes, construídos pelo fortalecimento da união da classe.
Por exemplo: Os alunos dos cursos de Relações Públicas são incentivados a não participarem dos Conselhos, mas incentivam a participação em outras entidades representativas. Os conselhos são criticados por alguns professores, profissionais da área, que se julgam modernos. Professores de outras áreas criticam as entidades, sob o olhar complacente dos seus colegas de Relações Públicas. Os que assim agem, estão prestando um desserviço à profissão e se contrapondo ao mercado. Estão criando suas próprias desgraças. Estão perdendo os empregos, em razão dos encerramentos de cursos na sua área de atividade.
Se os profissionais não respeitam suas entidades representativas, como podem ter orgulho da profissão? Podem esperar que o mercado abra espaços para ela? Os espaços serão cancelados, ou transferidos para outras profissões.
Ouve-se, repetido a exaustão: “O que vale é a competência e não o registro profissional”. Mas, essa verdade só existe quando a democracia é uma realidade em todos os setores do país. Em todos os tipos de organizações os cartórios funcionam. Não é a competência que determina quem vai ocupar um cargo. É a indicação profissional e isso é também uma forma de cartório. Você, ou alguém próximo, já deve ter vivenciado essa situação. Neste país cartorial a competência não é considerada. No lugar dela existem os cartórios funcionando às claras, ou por baixo do pano. Não existem oportunidades iguais, em condições iguais. A competência só é levada em consideração nos concursos. Quando são honestos.
A profissão não sobreviverá se os profissionais não planejarem e criarem estratégias para fazê-la forte. Eles devem atuar em conjunto para construírem uma união resistente e eficaz, capaz de enfrentar os cartórios existentes e a atuação estatal, envolvente e ativa no ocupar espaços.
Eles devem juntar suas energias para construírem a mudança, que faça a atividade de Relações Públicas crescer e não ficar a mercê dos que desejam se aproveitar da fraqueza e da falta de união da mesma.
O CONFERP pretende manter dialogo permanente com os profissionais e o mercado. A partir disso, criará um projeto de independência da profissão. Projeto que una todos os profissionais dentro de objetivos comuns. Se conseguir concretizá-lo, estará fortalecendo a profissão para deixar sua dependência cartorial.
Nos próximos dias, o Conferp irá iniciar uma consulta aberta aos Profissionais de Relações Públicas para identificar de forma oficial o que pensam e esperam os profissionais do Sistema Conferp. Aguardem.
É importante sair deste momento que a profissão atravessa, com a certeza de ter tomado o caminho certo. Para isso, é necessária a união de todos os profissionais na construção de uma nova história para as Relações Públicas. À vontade e o desejo de cada um deve se submeter ao desejo da maioria. Isto deve ser feito com responsabilidade, com consciência e sem prejuízo da imagem da profissão e dos seus profissionais.
Presidente do CONFERP
CONRERP 2ª Região - 004
A atividade de Relações Públicas vive momento de definições: Para onde ir? Como agir? O que fazer?
Os críticos das Relações Públicas são muitos, inclusive entre os profissionais da área. Poucos são os colaboradores de boa vontade e sinceros.
O grande vilão é o Conselho, o Sistema CONFERP e a regulamentação da profissão. A maioria dos profissionais é contra o sistema cartorial que eles representam.
As Relações Públicas significam liberdade, democracia, rua de duas mãos, harmonia. Por princípio e com base na filosofia da sua atividade, o profissional de Relações Públicas deve ser contra o sistema cartorial. Ele deve ser defensor da democracia - liberdade de expressão, direito de empreender e realizar.
Há 27 anos, preguei a “desregulamentação”. Entendia que a abertura que se desenhava faria o país arejar as suas idéias, adotando a doutrina liberal, em voga na maior parte do mundo. Aconteceu o inverso. Os sistemas cartoriais se multiplicaram. Hoje, o Estado cartorial volta a crescer. O governo se agiganta. Parece querer o controle do Estado sobre tudo e sobre todos. Um autêntico retrocesso.
Neste momento, com as suas instituições enfraquecidas, a “desregulamentação” colocará a profissão de bandeja nos braços das atividades da área de comunicação social. A maioria em busca da regulamentação. Elas não titubearão em colocar as Relações Públicas sob suas asas cartoriais. Por outro lado, o cartório cresceu tanto que, ao “desregulamentar” os profissionais da área estarão enquadrados em outra profissão regulamentada. Se isso acontecer, representará uma clara demonstração da falta de união e ausência de consciência de classe. Uma derrota para todos os profissionais, sem exceções.
A regulamentação foi imposição do regime que objetivava controlar a todos e a tudo. Na época, todos vibraram: A profissão fora regulamentada! Esse ato foi entendido como reconhecimento da importância da atividade. Foi encarado como vitória. Só quem viveu a época sabe como é fácil ser enganado num país de mentalidade cartorial, ainda mais sob regime ditatorial. Você pensa que está agindo certo. Mais tarde, vai descobrir que foi enganado, que tomou a atitude errada.
A maioria dos profissionais que está no mercado desde os anos 60, apoiou a regulamentação e o Sistema CONFERP, em algum momento. Não poderia ser diferente, num país cartorial. Esse ranço atingiu praticamente todas as instituições, principalmente na época da ditadura militar.
Os cartórios das profissões são instituições nacionais. Muitas profissões têm o seu cartório. Outras, estão buscando criar os seus. O fato é que o sistema cartorial pode trazer benefícios ou dificuldades, dependendo do grau de união da classe que representa.
A regulamentação foi benéfica para muitas profissões. Conseguiram “transformar o limão numa limonada”. Implantaram o espírito de união. Fizeram dela uma forma de aperfeiçoar a qualidade dos profissionais. Estes se orgulham dos seus Conselhos, Federações e Ordens.
Muitos profissionais de Relações Públicas criticam a regulamentação e se envergonham dela. Estão em contraposição aos administradores de empresas, aos economistas, aos contadores, aos advogados, aos enfermeiros, aos profissionais de educação física. Só para citar alguns. Sem esquecer os jornalistas, os que atuam nas assessorias, combatem o conselho de Relações Públicas e lutam pelo deles, há anos.
Os profissionais de Relações Públicas podem seguir os mesmos caminhos dos conselhos que tiveram sucesso? Podem fazer do seu Conselho um formador de profissionais mais qualificados? Atuarem para que tenham orgulho da profissão? Promoverem a adoção das Relações Públicas pelas organizações? Ampliarem o mercado de trabalho? Construírem união forte, para caminharem de forma positiva nessas questões? Enfrentarem outros desafios que se apresentarem? Todas as respostas são positivas. Entre os profissionais da área existem competências para essas tarefas.
Os profissionais que criticam os colegas e as suas entidades criticam a si mesmos. Eles demonstram que não conseguem fazer valer suas idéias na profissão. Como vão colocar as idéias das empresas para as quais trabalham junto aos públicos das mesmas? Nesses casos, as críticas significam esburacar as estradas pelas quais caminharão. Significam redução de espaços para a profissão.
Há muita desinformação entre os profissionais que criticam. Sendo assim, perdem a razão. Os profissionais de Relações Públicas e das áreas de comunicação não podem pecar pela desinformação. Esta é, senão a principal, uma das principais ferramentas de trabalho deles.
Se não puder falar bem da profissão, não diga nada! Se tiver vontade, ajude a profissão a levantar a cabeça e a divisar novos horizontes, construídos pelo fortalecimento da união da classe.
Por exemplo: Os alunos dos cursos de Relações Públicas são incentivados a não participarem dos Conselhos, mas incentivam a participação em outras entidades representativas. Os conselhos são criticados por alguns professores, profissionais da área, que se julgam modernos. Professores de outras áreas criticam as entidades, sob o olhar complacente dos seus colegas de Relações Públicas. Os que assim agem, estão prestando um desserviço à profissão e se contrapondo ao mercado. Estão criando suas próprias desgraças. Estão perdendo os empregos, em razão dos encerramentos de cursos na sua área de atividade.
Se os profissionais não respeitam suas entidades representativas, como podem ter orgulho da profissão? Podem esperar que o mercado abra espaços para ela? Os espaços serão cancelados, ou transferidos para outras profissões.
Ouve-se, repetido a exaustão: “O que vale é a competência e não o registro profissional”. Mas, essa verdade só existe quando a democracia é uma realidade em todos os setores do país. Em todos os tipos de organizações os cartórios funcionam. Não é a competência que determina quem vai ocupar um cargo. É a indicação profissional e isso é também uma forma de cartório. Você, ou alguém próximo, já deve ter vivenciado essa situação. Neste país cartorial a competência não é considerada. No lugar dela existem os cartórios funcionando às claras, ou por baixo do pano. Não existem oportunidades iguais, em condições iguais. A competência só é levada em consideração nos concursos. Quando são honestos.
A profissão não sobreviverá se os profissionais não planejarem e criarem estratégias para fazê-la forte. Eles devem atuar em conjunto para construírem uma união resistente e eficaz, capaz de enfrentar os cartórios existentes e a atuação estatal, envolvente e ativa no ocupar espaços.
Eles devem juntar suas energias para construírem a mudança, que faça a atividade de Relações Públicas crescer e não ficar a mercê dos que desejam se aproveitar da fraqueza e da falta de união da mesma.
O CONFERP pretende manter dialogo permanente com os profissionais e o mercado. A partir disso, criará um projeto de independência da profissão. Projeto que una todos os profissionais dentro de objetivos comuns. Se conseguir concretizá-lo, estará fortalecendo a profissão para deixar sua dependência cartorial.
Nos próximos dias, o Conferp irá iniciar uma consulta aberta aos Profissionais de Relações Públicas para identificar de forma oficial o que pensam e esperam os profissionais do Sistema Conferp. Aguardem.
É importante sair deste momento que a profissão atravessa, com a certeza de ter tomado o caminho certo. Para isso, é necessária a união de todos os profissionais na construção de uma nova história para as Relações Públicas. À vontade e o desejo de cada um deve se submeter ao desejo da maioria. Isto deve ser feito com responsabilidade, com consciência e sem prejuízo da imagem da profissão e dos seus profissionais.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Criativa - fevereiro 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Criatividade é tudo!
No Rio de Janeiro, uma rede de hortifruti, há 2 anos inovou em suas propagandas, criando uma série baseada em títulos de filmes onde os atores principais são os próprios produtos da loja.
Os cariocas, ficavam na expectativa da próxima propaganda, que era
sempre estampada em um outdoor no Centro do RJ...e o lançamento acontecia às
segundas-feiras.
Vejam a criatividade !!!
Fonte: recebido por e-mail. fonte desconhecida.













Os cariocas, ficavam na expectativa da próxima propaganda, que era
sempre estampada em um outdoor no Centro do RJ...e o lançamento acontecia às
segundas-feiras.
Vejam a criatividade !!!
Fonte: recebido por e-mail. fonte desconhecida.













quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Após vazamento, Petrobras cancela licitação para escolher agências de publicidade
Da Redação, em São Paulo
A Petrobras cancelou a licitação para a escolha das agências que farão a publicidade da empresa neste ano com uma verba de R$ 250 milhões. A informação foi dada nesta quinta-feira pela estatal por meio de um comunicado.
Segundo matéria publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo”, o problema começou porque houve o vazamento dos nomes das agências mais bem colocadas na etapa decisiva do processo, o que gerou uma forte reação das concorrentes. Isso porque a Petrobras utiliza o sistema de propostas apócrifas, ou seja, fazem a análise sem ter conhecimento do nome da empresa avaliada e, por esta razão, se a Petrobras em tese desconhecia o nome das participantes, não teria como ter ocorrido o vazamento.
Clique aqui para ler a matéria da Folha na íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL
A assessoria de imprensa da estatal diz que não existe motivo para o cancelamento, e afirma que a divulgação antecipada dos resultados das agências mais bem colocadas feitas por um site especializado não comprometeu a análise das propostas técnicas, porque o fato ocorreu três dias após o encerramento da fase.
Ontem, a presidente interina da Petrobras, Graça Foster, disse que a empresa não via a necessidade de cancelar o processo de licitação, e naõ explicou como ocorreu o vazamento se os envelopes com os nomes ainda estavam lacrados.
Segundo a Petrobras, um novo e "aprimorado" edital de licitação será lançado em breve.
Fonte: http://economia.uol.com.br/
A Petrobras cancelou a licitação para a escolha das agências que farão a publicidade da empresa neste ano com uma verba de R$ 250 milhões. A informação foi dada nesta quinta-feira pela estatal por meio de um comunicado.
Segundo matéria publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo”, o problema começou porque houve o vazamento dos nomes das agências mais bem colocadas na etapa decisiva do processo, o que gerou uma forte reação das concorrentes. Isso porque a Petrobras utiliza o sistema de propostas apócrifas, ou seja, fazem a análise sem ter conhecimento do nome da empresa avaliada e, por esta razão, se a Petrobras em tese desconhecia o nome das participantes, não teria como ter ocorrido o vazamento.
Clique aqui para ler a matéria da Folha na íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL
A assessoria de imprensa da estatal diz que não existe motivo para o cancelamento, e afirma que a divulgação antecipada dos resultados das agências mais bem colocadas feitas por um site especializado não comprometeu a análise das propostas técnicas, porque o fato ocorreu três dias após o encerramento da fase.
Ontem, a presidente interina da Petrobras, Graça Foster, disse que a empresa não via a necessidade de cancelar o processo de licitação, e naõ explicou como ocorreu o vazamento se os envelopes com os nomes ainda estavam lacrados.
Segundo a Petrobras, um novo e "aprimorado" edital de licitação será lançado em breve.
Fonte: http://economia.uol.com.br/
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