segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Confira os vencedores do Caboré 2008
AlmapBBDO foi eleita agência do ano; Sérgio Gordilho foi o profissional de criação escolhido; Volks levou a melhor em Anunciante do Ano
05/12/2008 - 00:34
A noite desta quinta-feira, 4, foi marcada por mais uma edição do Caboré 2008. O Credicard Hall esteve lotado para acompanhar o anúncio dos vencedores da mais prestigiosa premiação da publicidade brasileira.Abaixo, a lista de todos os vencedores:
Dirigente do Ano: Dalton Pastore
Profissional de Veículo: Thaís Chede
Serviço Especializado: Sunset
Profissional de Atendimento: Marcos Quintela
Produção Publicitária: Bossa Nova
Profissional de Planejamento: Ulisses Zamboni
Profissional de Marketing: Flávia da Justa
Profissional de Criação: Sérgio Gordilho
Veículo de Mídia Impressa: Veja
Veículo de Mídia Eletrônica: Terra
Anunciante do Ano: Volkswagen
Profissional de Mídia: Gleidys Salvanha
Agência do Ano: AlmapBBDO
Fonte: Meio & Mensagem
05/12/2008 - 00:34
A noite desta quinta-feira, 4, foi marcada por mais uma edição do Caboré 2008. O Credicard Hall esteve lotado para acompanhar o anúncio dos vencedores da mais prestigiosa premiação da publicidade brasileira.Abaixo, a lista de todos os vencedores:
Dirigente do Ano: Dalton Pastore
Profissional de Veículo: Thaís Chede
Serviço Especializado: Sunset
Profissional de Atendimento: Marcos Quintela
Produção Publicitária: Bossa Nova
Profissional de Planejamento: Ulisses Zamboni
Profissional de Marketing: Flávia da Justa
Profissional de Criação: Sérgio Gordilho
Veículo de Mídia Impressa: Veja
Veículo de Mídia Eletrônica: Terra
Anunciante do Ano: Volkswagen
Profissional de Mídia: Gleidys Salvanha
Agência do Ano: AlmapBBDO
Fonte: Meio & Mensagem
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
As armas vão estar assinalando os barões *
por: Lúcia Guimarães
“Passageira Fulana de tal, favor indentificar-se com os comissários.”O anúncio, proferido por um comissário de bordo brasileiro no vôo São Paulo-Nova York, concluiu uma viagem de dez dias a um Brasil onde a língua poderia ser colocada sob a proteção do Ibama ou de alguma ONG internacional.Num momento em que americanos e europeus, enamorados da coisa brasileira, fazem esforço para nos entender melhor - um sinal revelador é o número de cantores estrangeiros gravando na língua de Camões -, estamos comprometendo a nossa indentidade, falando e escrevendo cada vez pior.O gerúndio viral, depois de escapulir de manuais corporativos mal traduzidos do inglês, transforma funcionários que lidam com o público em robôs a repetir frases sem o menor sentido.Logo depois de chegar a um hotel, perto do aeroporto de Guarulhos, ouvi várias frases dessas que massacram a expressividade colorida do brasileiro: “Eu vou estar mandando uma pessoa para consertar a TV.” “Eu vou estar pedindo um técnico para a internet.” Será que o ministro Temporão não pode combater a dengue com o gerúndio epidêmico?O verbo haver, banido do Planalto, está sumindo até de textos jornalísticos, onde "há" cada vez menos e "tem" cada vez mais.Translations (Traduções) é uma peça escrita em 1980 pelo maior dramaturgo vivo da Irlanda, Brian Friel. Assisti a uma bela montagem em 1995 e saí tocada pela metáfora do poder da língua como instrumento de resistência, identidade e libertação. No século 19, em que se passa Translations, enquanto a ocupação britânica trabalhava para eliminar o gaélico, os empobrecidos irlandeses eram milionários vernaculares. Mandavam ver não só em gaélico, mas também em latim e grego.Sinto embaraço quando escorrego e traio os anos de exílio voluntário, cometendo um anglicismo, como pedir pão torrado com o queijo de Minas “do lado” (on the side). Brasileiros que emigraram para os Estados Unidos revelam sua escolaridade mais precária quando dizem frases como “estou suposto de chegar cedo”, tradução literal do inglês que resulta na frase incorreta.De que adianta convidar Angola, Moçambique e Guiné-Bissau para reuniões da Comunidade de Países da Língua Portuguesa se estamos formando gerações engessadas pelo uso indigente do nosso português? Assim como a paranóia infantil com o interesse americano na Amazônia corre paralelamente à destruição da floresta pelas nossas mãos, o português falado por 190 milhões de brasileiros não precisa de defesa ufanista e sim de militância preservacionista.O português do presidente Lula não ficou na quarta série porque ele era pobre e precisava trabalhar. Nos 20 anos em que se preparou para ser presidente e não foi pobre, ele desprezou a importância da língua para elevar a vida da população que representa com a legitimidade de seus 58 milhões de votos. Ao refutar os intelectuais de esquerda que preferiam vê-lo fantasiado de trabalhador, ele podia ter prestado um grande serviço ao povo brasileiro decidindo que ia estender o talho fino de seus ternos à sua fala.Em 1780, John Adams, um dos fundadores da república americana e mais tarde o segundo presidente do país, escreveu de Amsterdã uma carta ao Congresso prevendo que o inglês ia substituir o francês como língua mais falada no mundo. Na carta, ele sugeriu a criação de uma Academia Americana para promover o bom uso do inglês porque, argumentou, a eloqüência da linguagem tende a ser mais refinada nas democracias.O dilema falso entre a educação e a saúde foi lembrado em toda sua tragédia num relatório da Universidade de Harvard na semana passada. A morte prematura de 365 mil pessoas na África do Sul foi selada pela decisão genocida do recém-defenestrado presidente Thabo Mbeki de impedir a distribuição de remédios anti-retrovirais. Mbeki ignorou o conhecimento científico mundial sobre a causa da aids e permitiu que sua ministra da Saúde gerisse um programa de tratamento à base de alho, limão e raiz de beterraba. A ignorância cultivada, como sabemos, produz muito mais do que erros de concordância. A conta do folclorismo é paga pelos mais vulneráveis.A loja A Time For Children, em Manhattan, treina vendedores adolescentes acolhidos pela fundação Children’s Aid para atender o público. Entre outros atributos, os jovens, a maioria negros e latinos, aprendem a falar corretamente e a ir além do dialeto de seus guetos para aumentar as chances de cursar universidade e escolher uma profissão.* Sugiro um teste: pergunte ao professor ou professora de seu filho ou sua filha adolescente se reconhece de imediato estas palavras:As armas e os barões assinalados/ Que, da Ocidental praia Lusitana,/ Por mares nunca dantes navegados/ Passaram ainda além da Taprobana,/ Em perigos e guerras esforçados/ Mais do que prometia a força humana/ E entre gente remota edificaram/ Novo Reino, que tanto sublimaram.Se a resposta for negativa, argumente que um educador que se preze não pode desconhecer o épico fundador do português moderno. E mais não explique. Google-se o autor.Linguagem é poder.
“Passageira Fulana de tal, favor indentificar-se com os comissários.”O anúncio, proferido por um comissário de bordo brasileiro no vôo São Paulo-Nova York, concluiu uma viagem de dez dias a um Brasil onde a língua poderia ser colocada sob a proteção do Ibama ou de alguma ONG internacional.Num momento em que americanos e europeus, enamorados da coisa brasileira, fazem esforço para nos entender melhor - um sinal revelador é o número de cantores estrangeiros gravando na língua de Camões -, estamos comprometendo a nossa indentidade, falando e escrevendo cada vez pior.O gerúndio viral, depois de escapulir de manuais corporativos mal traduzidos do inglês, transforma funcionários que lidam com o público em robôs a repetir frases sem o menor sentido.Logo depois de chegar a um hotel, perto do aeroporto de Guarulhos, ouvi várias frases dessas que massacram a expressividade colorida do brasileiro: “Eu vou estar mandando uma pessoa para consertar a TV.” “Eu vou estar pedindo um técnico para a internet.” Será que o ministro Temporão não pode combater a dengue com o gerúndio epidêmico?O verbo haver, banido do Planalto, está sumindo até de textos jornalísticos, onde "há" cada vez menos e "tem" cada vez mais.Translations (Traduções) é uma peça escrita em 1980 pelo maior dramaturgo vivo da Irlanda, Brian Friel. Assisti a uma bela montagem em 1995 e saí tocada pela metáfora do poder da língua como instrumento de resistência, identidade e libertação. No século 19, em que se passa Translations, enquanto a ocupação britânica trabalhava para eliminar o gaélico, os empobrecidos irlandeses eram milionários vernaculares. Mandavam ver não só em gaélico, mas também em latim e grego.Sinto embaraço quando escorrego e traio os anos de exílio voluntário, cometendo um anglicismo, como pedir pão torrado com o queijo de Minas “do lado” (on the side). Brasileiros que emigraram para os Estados Unidos revelam sua escolaridade mais precária quando dizem frases como “estou suposto de chegar cedo”, tradução literal do inglês que resulta na frase incorreta.De que adianta convidar Angola, Moçambique e Guiné-Bissau para reuniões da Comunidade de Países da Língua Portuguesa se estamos formando gerações engessadas pelo uso indigente do nosso português? Assim como a paranóia infantil com o interesse americano na Amazônia corre paralelamente à destruição da floresta pelas nossas mãos, o português falado por 190 milhões de brasileiros não precisa de defesa ufanista e sim de militância preservacionista.O português do presidente Lula não ficou na quarta série porque ele era pobre e precisava trabalhar. Nos 20 anos em que se preparou para ser presidente e não foi pobre, ele desprezou a importância da língua para elevar a vida da população que representa com a legitimidade de seus 58 milhões de votos. Ao refutar os intelectuais de esquerda que preferiam vê-lo fantasiado de trabalhador, ele podia ter prestado um grande serviço ao povo brasileiro decidindo que ia estender o talho fino de seus ternos à sua fala.Em 1780, John Adams, um dos fundadores da república americana e mais tarde o segundo presidente do país, escreveu de Amsterdã uma carta ao Congresso prevendo que o inglês ia substituir o francês como língua mais falada no mundo. Na carta, ele sugeriu a criação de uma Academia Americana para promover o bom uso do inglês porque, argumentou, a eloqüência da linguagem tende a ser mais refinada nas democracias.O dilema falso entre a educação e a saúde foi lembrado em toda sua tragédia num relatório da Universidade de Harvard na semana passada. A morte prematura de 365 mil pessoas na África do Sul foi selada pela decisão genocida do recém-defenestrado presidente Thabo Mbeki de impedir a distribuição de remédios anti-retrovirais. Mbeki ignorou o conhecimento científico mundial sobre a causa da aids e permitiu que sua ministra da Saúde gerisse um programa de tratamento à base de alho, limão e raiz de beterraba. A ignorância cultivada, como sabemos, produz muito mais do que erros de concordância. A conta do folclorismo é paga pelos mais vulneráveis.A loja A Time For Children, em Manhattan, treina vendedores adolescentes acolhidos pela fundação Children’s Aid para atender o público. Entre outros atributos, os jovens, a maioria negros e latinos, aprendem a falar corretamente e a ir além do dialeto de seus guetos para aumentar as chances de cursar universidade e escolher uma profissão.* Sugiro um teste: pergunte ao professor ou professora de seu filho ou sua filha adolescente se reconhece de imediato estas palavras:As armas e os barões assinalados/ Que, da Ocidental praia Lusitana,/ Por mares nunca dantes navegados/ Passaram ainda além da Taprobana,/ Em perigos e guerras esforçados/ Mais do que prometia a força humana/ E entre gente remota edificaram/ Novo Reino, que tanto sublimaram.Se a resposta for negativa, argumente que um educador que se preze não pode desconhecer o épico fundador do português moderno. E mais não explique. Google-se o autor.Linguagem é poder.
domingo, 30 de novembro de 2008
"A CRISE"
UM HOMEM VIVIA À BEIRA DE UMA ESTRADA E VENDIA CACHORROS QUENTES. ELE NÃO TINHA RÁDIO, TELEVISÃO E NEM LIA JORNAIS, MAS PRODUZIA E VENDIA BONS CACHORROS QUENTES. ELE SE PREOCUPAVA COM A DIVULGAÇÃO DO SEU NEGÓCIO E COLOCAVA CARTAZES PELA ESTRADA, OFERECIA O SEU PRODUTO EM VOZ ALTA E O POVO COMPRAVA.
AS VENDAS FORAM AUMENTANDO E, CADA VEZ MAIS, ELE COMPRAVA O MELHOR PÃO E A MELHOR SALSICHA. FOI NECESSÁRIO TAMBÉM ADQUIRIR UM FOGÃO MAIOR PARA ATENDER UMA GRANDE QUANTIDADE DE FREGUESES. O NEGÓCIO PROSPERAVA. . SEU CACHORRO QUENTE ERA O MELHOR DE TODA REGIÃO! VENCEDOR, ELE CONSEGUIU PAGAR UMA BOA ESCOLA PARA O FILHO. O MENINO CRESCEU E FOI ESTUDAR ECONOMIA NUMA DAS MELHORES FACULDADES DO PAÍS. FINALMENTE, JÁ FORMADO, VOLTOU PARA CASA, NOTOU QUE O PAI CONTINUAVA COM A VIDINHA DE SEMPRE E TEVE UMA SÉRIA CONVERSA COM ELE: - PAI, ENTÃO VOCÊ NÃO OUVE RADIO? VOCÊ NÃO VÊ TELEVISÃO, NÃO LÊ OS JORNAIS? HÁ UMA GRANDE CRISE NO MUNDO. A SITUAÇÃO DO NOSSO PAÍS É CRÍTICA. ESTA TUDO RUIM. O BRASIL VAI QUEBRAR.
DEPOIS DE OUVIR AS CONSIDERAÇÕES DO FILHO DOUTOR, O PAI PENSOU:
BEM, SE MEU FILHO QUE ESTUDOU ECONOMIA, LÊ JORNAIS, VÊ TELEVISÃO E ACHA ISTO, ENTÃO SÓ PODE ESTAR COM A RAZÃO. COM MEDO DA CRISE, O PAI PROCUROU UM FORNECEDOR DE PÃO MAIS BARATO (E, É CLARO, PIOR ) E COMEÇOU A COMPRAR SALSICHAS MAIS BARATAS ( QUE ERAM, TAMBÉM, PIORES). PARA ECONOMIZAR, PAROU DE FAZER CARTAZES DE PROPAGANDA NA ESTRADA. ABATIDO PELA NOTICIA DA CRISE JÁ NÃO OFERECIA O SEU PRODUTO EM VOZ ALTA.
TOMADAS ESSAS "PROVIDÊNCIAS", AS VENDAS COMEÇARAM A CAIR E FORAM CAINDO, CAINDO E CHEGARAM A NÍVEIS INSUPORTÁVEIS. O NEGÓCIO DE CACHORROS QUENTES DO VELHO, QUE ANTES GERAVA RECURSOS ATÉ PARA FAZER O FILHO ESTUDAR ECONOMIA NA MELHOR ESCOLA, QUEBROU.
O PAI, TRISTE, ENTÃO FALOU PARA O FILHO:
- "VOCÊ ESTAVA CERTO, MEU FILHO, NÓS ESTAMOS NO MEIO DE UMA GRANDE CRISE."
E COMENTOU COM OS AMIGOS, ORGULHOSO:
- "BENDITA A HORA EM QUE EU FIZ MEU FILHO ESTUDAR ECONOMIA, ELE ME AVISOU DA CRISE..."
GRANDE LIÇÃO: VIVEMOS EM UM MUNDO CONTAMINADO POR MÁS NOTICIAS E, SE NÃO TOMARMOS O DEVIDO CUIDADO, ELAS NOS INFLUENCIARÃO A PONTO DE ROUBAREM A PROSPERIDADE DE NOSSAS VIDAS.
AS VENDAS FORAM AUMENTANDO E, CADA VEZ MAIS, ELE COMPRAVA O MELHOR PÃO E A MELHOR SALSICHA. FOI NECESSÁRIO TAMBÉM ADQUIRIR UM FOGÃO MAIOR PARA ATENDER UMA GRANDE QUANTIDADE DE FREGUESES. O NEGÓCIO PROSPERAVA. . SEU CACHORRO QUENTE ERA O MELHOR DE TODA REGIÃO! VENCEDOR, ELE CONSEGUIU PAGAR UMA BOA ESCOLA PARA O FILHO. O MENINO CRESCEU E FOI ESTUDAR ECONOMIA NUMA DAS MELHORES FACULDADES DO PAÍS. FINALMENTE, JÁ FORMADO, VOLTOU PARA CASA, NOTOU QUE O PAI CONTINUAVA COM A VIDINHA DE SEMPRE E TEVE UMA SÉRIA CONVERSA COM ELE: - PAI, ENTÃO VOCÊ NÃO OUVE RADIO? VOCÊ NÃO VÊ TELEVISÃO, NÃO LÊ OS JORNAIS? HÁ UMA GRANDE CRISE NO MUNDO. A SITUAÇÃO DO NOSSO PAÍS É CRÍTICA. ESTA TUDO RUIM. O BRASIL VAI QUEBRAR.
DEPOIS DE OUVIR AS CONSIDERAÇÕES DO FILHO DOUTOR, O PAI PENSOU:
BEM, SE MEU FILHO QUE ESTUDOU ECONOMIA, LÊ JORNAIS, VÊ TELEVISÃO E ACHA ISTO, ENTÃO SÓ PODE ESTAR COM A RAZÃO. COM MEDO DA CRISE, O PAI PROCUROU UM FORNECEDOR DE PÃO MAIS BARATO (E, É CLARO, PIOR ) E COMEÇOU A COMPRAR SALSICHAS MAIS BARATAS ( QUE ERAM, TAMBÉM, PIORES). PARA ECONOMIZAR, PAROU DE FAZER CARTAZES DE PROPAGANDA NA ESTRADA. ABATIDO PELA NOTICIA DA CRISE JÁ NÃO OFERECIA O SEU PRODUTO EM VOZ ALTA.
TOMADAS ESSAS "PROVIDÊNCIAS", AS VENDAS COMEÇARAM A CAIR E FORAM CAINDO, CAINDO E CHEGARAM A NÍVEIS INSUPORTÁVEIS. O NEGÓCIO DE CACHORROS QUENTES DO VELHO, QUE ANTES GERAVA RECURSOS ATÉ PARA FAZER O FILHO ESTUDAR ECONOMIA NA MELHOR ESCOLA, QUEBROU.
O PAI, TRISTE, ENTÃO FALOU PARA O FILHO:
- "VOCÊ ESTAVA CERTO, MEU FILHO, NÓS ESTAMOS NO MEIO DE UMA GRANDE CRISE."
E COMENTOU COM OS AMIGOS, ORGULHOSO:
- "BENDITA A HORA EM QUE EU FIZ MEU FILHO ESTUDAR ECONOMIA, ELE ME AVISOU DA CRISE..."
GRANDE LIÇÃO: VIVEMOS EM UM MUNDO CONTAMINADO POR MÁS NOTICIAS E, SE NÃO TOMARMOS O DEVIDO CUIDADO, ELAS NOS INFLUENCIARÃO A PONTO DE ROUBAREM A PROSPERIDADE DE NOSSAS VIDAS.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Santa Catarina URGENTE!!
Em razão dos recentes fatos que estão vitimando o estado de Santa Catarina, o CIESP e o Sistema Fiesp estão promovendo uma intensiva campanha junto aos associados do CIESP e dos sindicatos afiliados a FIESP, no sentido de que as milhares de empresas atuantes nos inúmeros segmentos do setor industrial façam doações ao povo catarinense, ora atingido por esta grave calamidade.
Além desta primeira e rápida medida junto ao nosso próprio meio, o CIESP dispõe nas suas Diretorias Regionais, Municipais e Distritais distribuídas pelo estado de São Paulo e o Sistema Fiesp também está disponibilizando suas 300 unidades escolares do Sesi e do Senai, para receber doações da população que, como sabemos, está solidária com seus irmãos do Sul.
Segundo orientação da Defesa Civil do estado de Santa Catarina, as doações devem restringir-se aos seguintes itens:
- Produtos de higiene pessoal;
- Roupas para bebês, crianças; jovens; e adultos (de ambos os sexos);
- Produtos de limpeza;
- Alimentos não-perecíveis; e
- Colchões.
- Água potável
As pessoas podem levar suas doações às Diretorias do CIESP, mais próximas de suas residências, cujos endereços podem ser encontrados no site www.ciesp.org.br, ou nas unidades escolares do Sesi e do Senai, conforme site www.fiesp.org.br.
Temos certeza do seu elevado espírito de solidariedade e, sendo assim, contamos com a sua pronta adesão nesta campanha. Não apenas dando amplitude a este apelo na sua Região, como fazendo doações. O coordenador do nosso movimento “Santa Catarina, urgente!” é o companheiro Sérgio Barbour (sbarbour@fiesp.org.br), cujo telefone é o (11) 3549.4405.
Muito obrigado! Forte abraço do
Paulo Skaf
Presidente do Centro e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp/Fiesp)
Além desta primeira e rápida medida junto ao nosso próprio meio, o CIESP dispõe nas suas Diretorias Regionais, Municipais e Distritais distribuídas pelo estado de São Paulo e o Sistema Fiesp também está disponibilizando suas 300 unidades escolares do Sesi e do Senai, para receber doações da população que, como sabemos, está solidária com seus irmãos do Sul.
Segundo orientação da Defesa Civil do estado de Santa Catarina, as doações devem restringir-se aos seguintes itens:
- Produtos de higiene pessoal;
- Roupas para bebês, crianças; jovens; e adultos (de ambos os sexos);
- Produtos de limpeza;
- Alimentos não-perecíveis; e
- Colchões.
- Água potável
As pessoas podem levar suas doações às Diretorias do CIESP, mais próximas de suas residências, cujos endereços podem ser encontrados no site www.ciesp.org.br, ou nas unidades escolares do Sesi e do Senai, conforme site www.fiesp.org.br.
Temos certeza do seu elevado espírito de solidariedade e, sendo assim, contamos com a sua pronta adesão nesta campanha. Não apenas dando amplitude a este apelo na sua Região, como fazendo doações. O coordenador do nosso movimento “Santa Catarina, urgente!” é o companheiro Sérgio Barbour (sbarbour@fiesp.org.br), cujo telefone é o (11) 3549.4405.
Muito obrigado! Forte abraço do
Paulo Skaf
Presidente do Centro e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp/Fiesp)
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Molhos de Tomate - acompanhe
A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - Pró-Teste, analisoutrinta marcas de molhos de tomate industrializados.Dessas marcas, apenas oito são recomendadas ao consumo pela Pró-Teste.Dos enlatados, o Jurema Salsatelli foi apontado como o melhor do teste.Já o Cepera foi classificado como a escolha certa, o que significamelhor relação custo x benefício.Os outros cinco avaliados positivamente foram: Knorr-Cica Pomarola,Sendas, Great Value, Luppini Pronto e Fugini.Entre os molhos de caixinha, somente um é recomendado: Knorr-Cica,Pomarola, considerado como a escolha certa e o melhor do teste.Durante o teste, foram encontrados pêlos de roedores em duas marcas:Tomatino (em lata) e Arisco Tarantella (em caixa ).Em dezesseis molhos foram encontrados fragmentos de insetos e larvase, em alguns casos, o bicho foi encontrado inteiro..NÃO COMPRAR:Big, Carrefour, Cirio, Etti Salsareti, Mais por Menos, Olé, PeixeTomatelli, Tomatento, Predilecta (todos em lata), Etti Salsaretti,Olé, Palmeiron, Parmalat, Peixe ,Tomatelli, Quero e Tomatino (emcaixa).Além disso, foi realizada uma avaliação para determinar possíveiscontaminações que o produto pode sofrer. As marcas foram submetidas atemperaturas ideais para o desenvolvimento de microorganismos.Cinco delas produziram gás e estufaram: Comprebem, Extra, Predilecta,Quero Marinara e Tradelli.As marcas que representam risco à saúde:Comprebem, Extra, Quero Marinara, Predilecta, Tradelli e Tomatino(todos em lata) e Arisco Tarantella (em caixinha)VAMOS REPASSAR AOS NOSSOS AMIGOS.A Pró-Teste já entrou com ações nos Fóruns Central e do Jabaquara, emSão Paulo, pedindo para tirar de circulação os produtos reprovados. Ointuito é que haja a busca e a apreensão desses molhos de tomate nossupermercados da Companhia Brasileira de Distribuição (Extra e Pão deAçúcar), Carrefour e Wal-Mart (Big), conforme solicitado nas ações.Confirme esta notícia no site da Pró-este:
http://www.proteste.org.br/map/src/436351.htm
http://www.proteste.org.br/map/src/435971.htm
http://www.proteste.org.br/map/src/436051.htm
Colaboração: VDRuiz
http://www.proteste.org.br/map/src/436351.htm
http://www.proteste.org.br/map/src/435971.htm
http://www.proteste.org.br/map/src/436051.htm
Colaboração: VDRuiz
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Cannes Lions lança categoria PR em 2009
Lorde Tim Bell, presidente da Chime Communications, comandará o júri inaugural que vai avaliar melhores práticas de relações públicas e gestão da reputação
O jornal O Estado de S.Paulo, representante oficial do Festival Internacional de Publicidade de Cannes no Brasil, anuncia o lançamento da categoria PR Lions para a edição 2009. A premiação homenageará o uso criativo do gerenciamento da reputação ao construir e preservar a confiança e compreensão entre indivíduos, empresas ou organizações e seus públicos. As categorias incluem PR Setorial, Produtos & Serviços e Técnica. Os trabalhos inscritos serão premiados de acordo com os critérios: Estratégia, Criatividade & Originalidade, Execução e Resultados. Os vencedores do primeiro PR Lions e Grand Prix serão homenageados em Cannes na segunda-feira, 22 de junho de 2009, juntamente com a premiação das competições Direct e Promo Lions.
Lorde Tim Bell, presidente da Chime Communications, comandará o júri inaugural do PR Lions. "Estou honrado em presidir este júri. Esta nova categoria será uma forma de elevar ainda mais o reconhecimento da comunicação em Cannes Lions e servirá para expandir o reconhecimento do gerenciamento da reputação em nossa indústria”, comentou o executivo sobre sua nomeação.
Tim Bell é um dos profissionais mais reconhecidos da indústria de comunicação do Reino Unido e atua como conselheiro de vários comitês diretivos e CEOs das principais empresas e organizações britânicas bem como chefes de Estado, líderes empresarias e políticos de outros países.
Em sua carreira de sucesso, ele ajudou a fundar a agência de publicidade Saatchi & Saatchi em 1970. Como presidente internacional, levou a agência à posição de maior rede de agências de publicidade do mundo em 1981. Bell gerenciou com sucesso a campanha eleitoral do Partido Conservador em 1979 e 1983, e foi a ele quem Margaret Thatcher procurou para aconselhá-la durante as eleições de 1987. Ele se tornou presidente adjunto do The Lowe Group em 1985 e subsequentemente comprou a divisão de comunicações, a Lowe Bell Communications em 1989.
Atualmente, Tim Bell é o presidente e principal acionista da Chime Communications Plc, a empresa holding listada na bolsa de valores de Londres, que é detentora da Bell Pottinger Communications (antiga Lowe Bell), e sua agência de publicidade irmã, a VCCP.
Ao dar as boas vindas a sua nomeação, Philip Thomas, CEO do Festival, disse: "O lançamento da categoria PR em Cannes tem sido uma consideração já há algum tempo, e como qualquer categoria que lançamos, leva tempo para preparar o padrão que desejamos e que se espera de nós. O momento certo é agora e estamos orgulhosos em contar com Lorde Tim Bell para presidir o primeiro júri do PR Lions. Uma autoridade em relações públicas e com uma longa e distinta carreira, ele trará conhecimento valioso e direcionamento à competição inaugural do PR Lions".
Informações adicionais a respeito das categorias e inscrições na nova competição PR Lions estarão disponíveis a partir de 29 de janeiro de 2009 em www.canneslions.com ou pelo telefone (11) 3856-5454 em O Estado de S. Paulo.
Sobre o Festival Internacional de Publicidade de Cannes – É a maior reunião de profissionais do marketing, comunicação e da publicidade, assim como a premiação de maior prestígio do mercado publicitário. Todo ano, cerca de 10 mil delegados da indústria da propaganda e áreas afins comparecem ao evento para reconhecer o melhor da criatividade nos diversos meios de comunicação, discutir assuntos da indústria e promover intercâmbio. Mais de 28 mil peças são exibidas no Festival, que conta com uma programação especial de seminários organizada por alguns dos maiores nomes da indústria da comunicação. Empresas vencedoras recebem o prêmio mais cobiçado, prestigiando as melhores criações para TV/cinema, impresso, outdoor, rádio e propaganda on-line, assim como as melhores soluções de mídia e marketing direto. O jornal O Estado de S. Paulo é o representante oficial do Festival no Brasil.
Fonte: Conrerp 3ª Região
CONRERP 2ª Região - Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas – SP/PRRua Monte Alegre, 212, cj. 61 – Perdizes – CEP: 05014-000 - São Paulo / SPFones: (11) 3872-4020 / 3801-2450 / 0800 167 853 - Fax: (11) 3672-9332www.conrerp2.org.br
O jornal O Estado de S.Paulo, representante oficial do Festival Internacional de Publicidade de Cannes no Brasil, anuncia o lançamento da categoria PR Lions para a edição 2009. A premiação homenageará o uso criativo do gerenciamento da reputação ao construir e preservar a confiança e compreensão entre indivíduos, empresas ou organizações e seus públicos. As categorias incluem PR Setorial, Produtos & Serviços e Técnica. Os trabalhos inscritos serão premiados de acordo com os critérios: Estratégia, Criatividade & Originalidade, Execução e Resultados. Os vencedores do primeiro PR Lions e Grand Prix serão homenageados em Cannes na segunda-feira, 22 de junho de 2009, juntamente com a premiação das competições Direct e Promo Lions.
Lorde Tim Bell, presidente da Chime Communications, comandará o júri inaugural do PR Lions. "Estou honrado em presidir este júri. Esta nova categoria será uma forma de elevar ainda mais o reconhecimento da comunicação em Cannes Lions e servirá para expandir o reconhecimento do gerenciamento da reputação em nossa indústria”, comentou o executivo sobre sua nomeação.
Tim Bell é um dos profissionais mais reconhecidos da indústria de comunicação do Reino Unido e atua como conselheiro de vários comitês diretivos e CEOs das principais empresas e organizações britânicas bem como chefes de Estado, líderes empresarias e políticos de outros países.
Em sua carreira de sucesso, ele ajudou a fundar a agência de publicidade Saatchi & Saatchi em 1970. Como presidente internacional, levou a agência à posição de maior rede de agências de publicidade do mundo em 1981. Bell gerenciou com sucesso a campanha eleitoral do Partido Conservador em 1979 e 1983, e foi a ele quem Margaret Thatcher procurou para aconselhá-la durante as eleições de 1987. Ele se tornou presidente adjunto do The Lowe Group em 1985 e subsequentemente comprou a divisão de comunicações, a Lowe Bell Communications em 1989.
Atualmente, Tim Bell é o presidente e principal acionista da Chime Communications Plc, a empresa holding listada na bolsa de valores de Londres, que é detentora da Bell Pottinger Communications (antiga Lowe Bell), e sua agência de publicidade irmã, a VCCP.
Ao dar as boas vindas a sua nomeação, Philip Thomas, CEO do Festival, disse: "O lançamento da categoria PR em Cannes tem sido uma consideração já há algum tempo, e como qualquer categoria que lançamos, leva tempo para preparar o padrão que desejamos e que se espera de nós. O momento certo é agora e estamos orgulhosos em contar com Lorde Tim Bell para presidir o primeiro júri do PR Lions. Uma autoridade em relações públicas e com uma longa e distinta carreira, ele trará conhecimento valioso e direcionamento à competição inaugural do PR Lions".
Informações adicionais a respeito das categorias e inscrições na nova competição PR Lions estarão disponíveis a partir de 29 de janeiro de 2009 em www.canneslions.com ou pelo telefone (11) 3856-5454 em O Estado de S. Paulo.
Sobre o Festival Internacional de Publicidade de Cannes – É a maior reunião de profissionais do marketing, comunicação e da publicidade, assim como a premiação de maior prestígio do mercado publicitário. Todo ano, cerca de 10 mil delegados da indústria da propaganda e áreas afins comparecem ao evento para reconhecer o melhor da criatividade nos diversos meios de comunicação, discutir assuntos da indústria e promover intercâmbio. Mais de 28 mil peças são exibidas no Festival, que conta com uma programação especial de seminários organizada por alguns dos maiores nomes da indústria da comunicação. Empresas vencedoras recebem o prêmio mais cobiçado, prestigiando as melhores criações para TV/cinema, impresso, outdoor, rádio e propaganda on-line, assim como as melhores soluções de mídia e marketing direto. O jornal O Estado de S. Paulo é o representante oficial do Festival no Brasil.
Fonte: Conrerp 3ª Região
CONRERP 2ª Região - Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas – SP/PRRua Monte Alegre, 212, cj. 61 – Perdizes – CEP: 05014-000 - São Paulo / SPFones: (11) 3872-4020 / 3801-2450 / 0800 167 853 - Fax: (11) 3672-9332www.conrerp2.org.br
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