segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Corte de internet ao fim de limite da franquia compromete acesso a WhatsApp


Com o corte da internet após o fim do limite da franquia, idealizado pelas operadoras de telefonia móvel do país e já colocado parcialmente em prática pela Vivo, os usuários tendem a perder o acesso ao WhatsApp --um dos aplicativos mais utilizados nos celulares e smartphones.

"Ao fim do limite do pacote de dados, as operadoras, ao invés de cortar o serviço, optaram por reduzir a velocidade do acesso. O benefício permite que o usuário, mesmo extrapolando a cota contratada, possa fazer pelo menos o básico, que inclui as mensagens de texto pelo WhatsApp ou a consulta de um e-mail", afirma Eduardo Tude, da consultoria de telecomunicações Teleco, que caracteriza a mudança das operadoras como uma "tendência natural".

Segundo ele, em outros países da América do Norte, da Europa, e da Ásia, o corte é algo natural ao fim da conta contratada. "Ou você contrata um plano adicional ou você fica sem o serviço. Não há outra alternativa." No Brasil, no entanto, a possibilidade do acesso limitado foi adotada com o intuito de disseminar o uso da internet no celular, conta Tude. Postura similar também foi adotada em outros países da América Latina.

A mudança agora proposta pelas operadoras, na opinião de Tude, é um reflexo da mudança da demanda dos próprios usuários. "O benefício já não tem agradado tanto os usuários, que, muitas vezes, reclamam da baixa qualidade do acesso. O que se quer é uma internet cada vez mais veloz", disse ele, que acrescenta: "Além disso, hoje a velocidade mais baixa é disponibilizada pelo uso da rede 2G, mas a tendência é que ela seja eliminada para dar espaço a uma tecnologia de maior capacidade."

Do ponto de vista legal, a mudança também é permitida desde que estabelecida no contrato de prestação de serviço. É o que afirmou Adriana Pereira, diretora de Programas especiais do Procon/SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo). Segundo ela, as operadoras não podem alterar as regras dos contratos em vigência sem a autorização dos clientes.

"Se você já assinou o contrato e o corte não está previsto nele, a operadora é obrigada assegurar que você continue tendo o acesso limitado após o fim do limite da franquia até que o contrato vença", explicou a especialista, que orientou: "Fique atento e não aprove qualquer alteração no contrato caso não esteja de acordo." E, caso o corte for realizado mesmo não estando previsto em contrato, Adriana sugere que o consumidor comunique a operadora para fazer falar seus direitos e, em último caso, procure os órgãos de atendimento ao consumidor.

Mas, mesmo estando previsto em contrato, para cortar a internet é preciso que a operadora permita que o usuário possa acompanhar seus usos quando e quantas vezes ele julgar necessário. "Esse controle não pode ser unilateral, como acontece na maioria dos casos", relatou a diretora do Procon-SP.


Por Larissa Leiros Baroni

fonte: http://tecnologia.uol.com.br/

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Dilma sanciona marco civil da internet



Projeto foi aprovado pelo plenário do Senado nesta terça-feira, 22.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quarta-feira, 23, o marco civil da internet (PLC 21/14) durante a abertura do NET Mundial - encontro global sobre o futuro da governança da internet, em São Paulo, que reúne representantes de governos, sociedade civil, técnicos e usuários da rede de vários países.

A redação final da matéria foi aprovada sem alterações nesta terça-feira, 22, pelo plenário do Senado. O texto estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para internautas e provedores na rede mundial de computadores no Brasil.

Neutralidade da rede

Um dos principais pontos do projeto é a proteção da neutralidade de rede, que garante tratamento isonômico para qualquer pacote de dados, sem que o acesso ao conteúdo dependa do valor pago. A regra determina tratamento igual para todos os conteúdos que trafegam na internet. Assim, os provedores ficam proibidos de discriminar usuários conforme os serviços ou conteúdos que eles acessam - cobrando mais, por exemplo, de quem acessa vídeos ou aplicações de compartilhamento de arquivos.

Privacidade

Outro ponto da proposta garante o direito dos usuários à privacidade, especialmente à inviolabilidade e ao sigilo das comunicações pela internet. O texto determina que as empresas desenvolvam mecanismos para garantir, por exemplo, que os e-mails só serão lidos pelos emissores e pelos destinatários da mensagem, nos moldes do que já é previsto para as tradicionais cartas de papel.

Proteção de dados

O projeto também assegura proteção a dados pessoais e registros de conexão e coloca na ilegalidade a cooperação das empresas de internet com órgãos de informação estrangeiros. O objetivo é evitar casos de espionagem como o escândalo que envolveu a NSA, agência norte-americana de informações.

NetMundial

O líder do governo no Senado, Eduardo Braga, confirmou que a presidente Dilma Rousseff deverá apresentar a nova legislação no evento internacional sobre o assunto, NetMundial, que começa nesta quarta-feira, 23, em São Paulo. Braga admitiu que o texto ainda deverá passar por ajustes, que serão tratados em uma MP no futuro.

Comissões

Na manhã da terça-feira, a CCJ e a CCT - Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado haviam aprovado o projeto. A terceira comissão de mérito pela qual a proposta deveria passar foi a CMA - Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle, que deu seu parecer no plenário.


fonte:http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI199602,81042-Senado+aprova+marco+civil+da+internet


sexta-feira, 11 de abril de 2014

Publicidade Infantil




Deputado quer sustar efeitos de resolução do Conanda


O deputado federal Milton Monti (PR-SP), presidente da Frente Parlamentar da Comunicação Social, apresentou essa semana projeto de Decreto Legislativo para sustar os 

efeitos da Resolução nº 163, de 13 de março de 2014, do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente).

O texto do Conselho torna abusivo o direcionamento de publicidade a esse público, com a intenção de persuadi-lo "para o consumo de qualquer produto ou serviço" (leia aqui). O deputado alega que “compete privativamente à União legislar sobre propaganda comercial” e que deve ser “Lei Federal, e não normas de menor hierarquia normativa, o instrumento para regular o assunto”.


Monti avalia ainda que o “Conanda não apenas exorbita do poder regulamentar, como invade área de competência exclusiva do Congresso Nacional”.

A resolução do Conanda gerou protestos de entidades do mercado e apoio à autorregulamentação publicitária (aqui e aqui).

fonte: http://www.ccsp.com.br/


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Jovens adotam apps como Snapchat e WhatsApp para fugir dos adultos no Facebook



RAFAEL CAPANEMA
DE SÃO PAULO



No fim de outubro, durante a apresentação dos resultados trimestrais do Facebook, o diretor financeiro da empresa, David Ebersman, afirmou que a rede social teve um "declínio em usuários diários, especificamente entre os adolescentes mais jovens".

O motivo do êxodo, que tem beneficiado apps e serviços como o Snapchat e o WhatsApp, é simples: os jovens querem se comunicar longe das vistas de pais, parentes e professores, que muito provavelmente estão entre o 1,1 bilhão de usuários da maior rede social do mundo.


FACEVELHO?

Eles reclamam, mas contam ser difícil ficar de fora
Análise: Adolescentes veem o Facebook como um adulto encara o LinkedIn


É a primeira vez em que um executivo do Facebook trata do assunto publicamente, mas há tempos a empresa se preocupa com as ameaças à sua hegemonia e age vigorosamente para combatê-las.

Quando percebeu que as pessoas compartilhavam cada vez mais imagens no Instagram, comprou o aplicativo, em abril de 2012.

Diante do sucesso do Snapchat, que permite enviar fotos e vídeos que se autodestroem em alguns segundos, criou um clone, o Poke, que foi um fracasso.

Depois, tentou comprar o próprio Snapchat por US$ 3 bilhões --o triplo do que pagara pelo Instagram--, segundo revelou o "Wall Street Journal" na semana passada.


Ainda na última semana, reformulou seu aplicativo de mensagens para Android e iOS, que agora pode ser usado para a comunicação entre pessoas que não são amigas no Facebook.

Além disso, o app tomou emprestado de mensageiros instantâneos populares na Ásia, como o WeChat (China), o Line (Japão) e o KakaoTalk (Coreia do Sul), o tom neon do novo ícone e a ênfase nas figurinhas (emoticons gigantes e ultracoloridos).


Nenhum desses concorrentes, porém, age como um substituto direto do Facebook, como o Google+. Além disso, eles às vezes são usados de formas que não haviam sido previstas por seus criadores, observou o analista Benedict Evans.
"As pessoas não estão usando o Instagram para fotos, o WhatsApp para texto e o Line para adesivos. Elas estão usando tudo para tudo: o Instagram para informar aos outros que vão se atrasar, o WhatsApp para compartilhar fotos, o Snapchat para fazer planos para a noite e assim por diante."
Procurado pela Folha, o Facebook afirmou em nota: "De maneira geral, como o diretor financeiro do Facebook apontou, o uso do Facebook pelos jovens continua estável, eles continuam entre os usuários do Facebook mais ativos e isso está claro para múltiplas plataformas. O Facebook continua liderando em um ambiente em crescimento."

Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

COMO FALAR A VERDADE EM CASOS DELICADOS. O CASO DA MENTIRA DOS ABSORVENTES HIGIÊNICOS





Richard Neill, um internauta anônimo, revoltado com o discurso das propagandas de absorvente, resolveu se manifestar. Para tanto, deixou um recado para lá de sincero na página do Facebook da Bodyform, fabricante do produto de higiene íntima feminina. Escreveu:



“Como homem, preciso perguntar por que vocês mentiram para nós durante todos esses anos. Quando criança, assistia seus comerciais com interesse sobre quão maravilhoso era aquele momento do mês em que as mulheres podiam aproveitar tantas coisas e eu ficava um pouco enciumado. Quero dizer: andar de bicicleta, montanha-russa, dançar, pular de paraquedas e eu não podia aproveitar esses momentos (…) Droga de Pênis!! Então eu arrumei uma namorada (…) Você mentiu!! Não houve alegria, esportes radicais, água azul se derramando sobre as abas (…) Como a minha mulher mudou de amorosa, gentil e de pele normal para a pequena garota do exorcista, com a adição de veneno e cuja a cabeça girava em 360º. Obrigado por me preparar para isso, Bodyform, seu demônio astuto”


Para sair da saia justa, a Bodyform divulgou um vídeo em que a CEO da empresa pede desculpas de maneira divertida a Richard pelos anos de mentira. A ação da marca foi legítima não por ter tido a ideia de criar um vídeo de desculpas, mas por não ter ignorado o comentário de Richard que, mesmo sendo uma trollagem, é uma verdade.

O Storytelling, a verdade e a veracidade
Escrever a verdade é um dos pontos defendidos pelo guru dos roteiristas de Hollywood, Robert Mckee. “Write the truth”, diz.

Porém, mais que escrever uma verdade, já reparou que uma história que contém uma verdade parece ser mais forte que uma história que é apenas verdadeira?

No caso dos comerciais de absorvente, em que as mulheres aparecem felizes e dispostas a praticar aventuras e esportes radicais em um período que justamente sentem vontade de se esconder do mundo, não existe nem verdade na história e nem história verdadeira.

Como falar a verdade em casos delicados

Veja bem, não estamos aconselhando as empresas de absorventes a retratarem detalhadamente tudo o que acontece com a mulher nesse período um tanto quanto crítico, mas em criar um personagem que traga uma verdade do que realmente se passa.

Colocar o depoimento de um marido que tem que aturar a mulher nessa fase, de maneira divertida, pode ser uma maneira honesta de demonstrar a importância do produto. Sem contar que a mulher disposta e extramente radiante dos comerciais de absorvente, além de ser mentira, já virou um ícone dos clichês publicitários!

Confira o vídeo resposta da Bodyform clicando no link abaixo:



Por Lais Modelli da Soap





Fonte: Postado em Marketing por Canal do Empreendedor

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Os próximos dez mercados mais quentes para o e-commerce

Jean Christian Mies, Vice Presidente Sênior da Adyen para a América Latina

De acordo com inúmeros estudos de mercado o e-commerce está em franco crescimento em várias regiões do mundo. Por isso, empresas atuando neste setor colocaram seu foco nos últimos anos em mercados como o Brasil, China, Rússia e Índia. E embora estes mercados ofereçam oportunidades de negócio muito interessantes, em sua maioria eles também possuem grandes desafios de regulamentação, de infraestrutura e de altos custos operacionais.

Muitos de nossos clientes internacionais nos perguntam qual será a próxima geração de países a serem considerados para uma expansão global. Portanto analisamos os mercados nos quais atuamos e identificamos vários países que oferecem perspectivas de crescimento e ambientes para investimentos muito interessantes para empresas de e-commerce de atuação internacional.

Seguem abaixo os dez mercados mais quentes a serem considerados por comerciantes online em sua próxima onda de expansão global, incluindo informações úteis sobre os principais meios de pagamento em cada mercado:

1. México (Crescimento do PIB: 3,7%): O México é o segundo maior mercado de tecnologia da América Latina, ao lado do Brasil, e o que cresce mais rápido. Seu PIB deve ultrapassar 4,9% em 2014 e previsões dizem que o País será uma das dez maiores economias até 2020. Em 2011, o e-commerce mexicano chegou à marca de 3,6 bilhões de dólares, o que representa um aumento de 30% em comparação a 2010. Hoje, 70% das compras online são feitas via cartão de crédito, mas muitos cartões mexicanos não aceitam transações cross-border, então é recomendado um adquirente local de cartões. Como alternativa, pagamentos em dinheiro para bens online via lojas de conveniência são um método de pagamento popular, assim como os pagamentos parcelados – o que todos os bancos adquirentes oferecem.

2. Coreia do Sul (Crescimento do PIB: 3,7%): Em 2012, o mobile commerce ultrapassou o e-commerce em total de vendas e a projeção de gastos online deve chegar a US$ 1.190 por comprador em 2016. No entanto, navegar pelo ambiente de pagamentos pode ser um desafio, já que existem aproximadamente 15 formas de pagar online. A Coreia do Sul tem uma das taxas de penetração de cartões de crédito mais altas da Ásia (70%), mas a maioria dos cartões Visa e MasterCard exigem autenticações separadas. Além disso, certifique-se de que seu site de e-commerce é otimizado para Internet Explorer, já que cartões de crédito e débito locais só podem ser processados por este browser utilizando plug-ins especiais.

3. Austrália (Crescimento do PIB: 3%): Com previsão do e-commerce ultrapassar os 37 bilhões de dólares em 2013, a forte economia australiana é a opção lógica para expansão internacional. Visa e MasterCard são de uso predominante, mas a relação de cartões de débito e crédito é de 2 para 1. O PayPal concentra cerca de 10% das transações na Austrália. 

4. Turquia (Crescimento do PIB: 4,1%): O e-commerce turco tem observado crescimento de 20% a 25% ano a ano e, atualmente, tem a maior taxa de crescimento do PIB deste Top 10. A penetração de cartões de crédito é de 60% e pagamentos parcelados via cartão de crédito são muito populares. No entanto, esse método só é oferecido através de bancos turcos locais. Comerciantes online precisam trabalhar com diversos bancos, já que parcelamentos só são gratuitos para clientes que utilizam os cartões do próprio banco.

5. Polônia (Crescimento do PIB: 2,1%): Débito online direto do banco é o método preferencial para pagamentos no e-commerce polonês. No entanto, com mais de 20 bancos oferecendo débito direto no país, comerciantes online precisam ter conexões com cada banco para aceitar pagamentos online de seus clientes. Muitas vezes, consumidores fazem pagamentos em dinheiro em lojas locais de conveniência e agências de correio ou via caixas eletrônicos, que então geram as transações de pagamentos online. Przelewy24 e M-payment são métodos de e-banking que conectam múltiplos bancos, garantindo o pagamento sem o risco de estornos. 

6. Suécia (Crescimento do PIB: 1,8%): O e-commerce na Suécia cresceu 12% em 2012, com serviços relacionados a viagens somando 30% de todo o gasto online. A penetração do mobile aqui está entre as mais altas da Europa (93%), então smartphones e tablets são um importante canal de comércio. Pagamentos na Suécia são dominados por Visa e MasterCard (40%), pagamentos via fatura / parcelamentos (26%) e pagamentos via online banking (25%) para os maiores bancos como Swedbank, Handelsbanken, SEB e Nordea.

7. Japão (Crescimento do PIB: 1,2%): A China e a Coreia do Sul ultrapassaram o Japão como o maior mercado de e-commerce, mas o país se mantém como uma sólida oportunidade para comerciantes – se você entender como os japoneses preferem pagar. Cerca de 85% da população japonesa tem cartão de crédito, mas apenas 12% dos pagamentos são processados por esse canal. Dinheiro ainda continua sendo usado em 11% dos pagamentos online – seja via C.O.D. ou pré-pagamento em lojas de conveniência. Cerca de metade dos cartões de crédito japoneses são JCB, seguidos por Visa, MasterCard, Diners Club e American Express. Outros meios de pagamentos no e-commerce incluem cartões pré-pagos e e-wallets (Edy), assim como transferências bancárias off-line. Apenas 3% de todas as transações são feitas a partir de dispositivos móveis.

8.  Holanda (Crescimento do PIB: 3%): Per capita, a Holanda é uma potência do e-commerce.  Gastos online excederam os US$ 6 bilhões em 2012 com expectativa de crescer 10% em 2013. O uso de cartões de crédito é baixo na Holanda. O método de pagamento predominante é o iDEAL, um sistema de online banking interbancos, que tem mais de 55% do mercado e é aceito por mais de 80% dos comerciantes online. Pagamentos via débito direto online e transferências também são populares.

9.  Canadá (Crescimento do PIB: 1,9%): Com uma população de apenas 35 milhões de habitantes, o Canadá geralmente é ignorado por comerciantes dos EUA em termos de expansão internacional. O fato é que as vendas online no Canadá cresceram 24% em 2012 e deve chegar a US$ 35 bilhões até 2016. Como é de se esperar, o Canadá é um mercado forte para cartões de crédito, mas o PayPal também é amplamente usado, assim como cartões de débito.

10.  Bélgica (Crescimento do PIB: 5%): A Bélgica fecha o Top 10, onde 53% dos internautas compram online e o e-commerce deve crescer 20%. Assim como na Holanda, a penetração de cartões de crédito na Bélgica é baixa. Lá, o método mais popular de pagamento é o Bancontact / Mr Cash, um cartão de débito local da Maestro que é processado como uma transação em tempo real. Outros métodos populares incluem pagamentos diretos via bancos online, como ING e Dexia, mas também são feitas transações online diretas.


Agora você deve estar se perguntando “Eu realmente preciso oferecer moedas locais e dar suporte a métodos de pagamento alternativos para ter sucesso no exterior?”. A resposta é... não, não precisa. Entretanto, nossos dados mostram que pagamentos processados localmente podem aumentar sua conversão de vendas em 35% ou mais. Isso não somente aumenta a velocidade e a taxa de aprovação das transações, mas também evita altas taxas de câmbio.

Fonte: firstcom.com.br

terça-feira, 11 de junho de 2013

É RP, ESTÚPIDO




Hoje a Folha de São Paulo publicou (assim como faz todas as terças-feiras) artigo do Nizan Guanaes, presidente do grupo ABC, no caderno Mercado (pág B8 – veja aqui).

Com o título “É a propaganda, estúpido”, Nizan aborda hoje as transformações “disruptivas” que a propaganda vem passando e os desafios que encontra para continuar a inovar e crescer, mas principalmente, se relacionar e cumprir com o seu papel: vender.

O brincadeira do título do artigo de Nizan com o título deste post se dá ao ligarmos este texto com outro, de autoria do mesmo publicitário, publicado em setembro de 2011 e que foi alvo de um texto meu à época. Na ocasião o artigo de Nizan chamado “Se você conseguir lá…” falava sobre a abertura de uma agência por ele em Nova Iorque (EUA); mas não uma agência de publicidade, uma agência de Relações Públicas.


No artigo de hoje Guanaes salienta que o padrão do consumidor está mudando rápido, cada vez mais este público (ou nós, pois somos consumidores) estamos mais e mais informados, temos mais acesso à comparativos de preços, qualidades e principalmente defeitos e opiniões de outros consumidores, o que influencia na decisão de compra.


Fonte:http://www.blogrelacoes.com.br

terça-feira, 4 de junho de 2013

Entenda um pouco a ciência das cores no marketing



Por que o Facebook é azul? De acordo com a revista The New Yorker, o motivo é simples. É porque Mark Zuckerberg é daltônico e não percebe a distinção entre vermelho e verde. Isso significa que o azul é a cor que ele enxerga melhor. Em suas palavras, Zuck diz: “azul é a cor mais rica para mim. Eu posso ver tudo em azul”. 

Não é tão científico, certo? Bem, embora o caso do Facebook não seja “o caso”, existem vários bons exemplos de como as cores de fato influenciam nossas decisões em uma compra. Afinal, a visão é o sentido que se desenvolveu com mais força nos seres humanos. É natural que 90% da avaliação de um produto correspondam ao quesito cor. 

Então como as cores nos afetam e o que é a ciência das cores no marketing de verdade? Como nós também estamos querendo melhorar o Buffer*, essa foi uma parte essencial para aprendermos mais. Vamos mergulhar em alguns dos estudos mais recentes sobre o assunto.
Primeiro: você consegue reconhecer as marcas online levando em conta apenas as cores?

Antes de mergulharmos na pesquisa, aqui alguns ótimos experimentos que mostram como a cor sozinha é poderosa. Baseado apenas nas cores dos botões, você consegue identificar a qual companhia pertence cada um?

Exemplo 1 (fácil):
Exemplo 2 (fácil):
Exemplo 3 (médio):
Exemplo 4 (difícil):


Esses são exemplos do designer do Youtube, Marc Hemeon. Eu acho que mostra o verdadeiro poder das cores, mais que qualquer estudo consegue. Quantos você consegue acertar? Todas as respostas estão no final do texto**.
Quais cores despertam quais sentimentos em nós?

O que as cores despertam em nós nem sempre é óbvio. A Logo Company desenvolveu um ótimo quadro explicativo sobre quais cores são melhores para determinadas empresas e o motivo. Aqui alguns bons exemplos:
PRETO  
Qualidades  definido, confiável, forte, poderoso, preciso, profissional, direto
Melhor para  construção, corporações, petróleo, financeiras, moda, manufatura, cosméticos, mineração, marketing, comércio
VERDE  
Qualidades  natural, orgânico, jovem, nutritivo, instrutivo, educacional, aventuroso, ecológico, calmo
Melhor para  medicina, ciência, governo, recrutamento, negócios ecológicos, turismo, recursos humanos
AZUL  
Qualidade  credibilidade, calma, limpeza, foco, profissional
Melhor para  medicina, ciência, utilidades, governo, planos de saúde, tecnologia, recrutamento, negócios, justiça, tecnologia da informação, dentistas, corporações

Especialmente se nós dermos uma olhada no que as maiores marcas estão usando, muitas escolhas se tornam óbvias. É claro que todas essas empresas têm o objetivo de despertar uma emoção específica:
1


Especialmente quando queremos comprar algum produto, as cores podem representar um papel essencial. A empresa de análises KISSmetrics criou um infográfico sobre a ciência das cores e como elas influenciam nossas compras. 

Especialmente o papel do verde se destaca como a cor mais relaxante e pode ser utilizada para tornar o processo mais fácil. Na verdade nós não escolhemos essa cor intencionalmente para a Buffer, mas ela tem se saído muito bem até agora. 

Em uma segunda olhada, também percebi que o preto é bastante utilizado em produtos de luxo. Claro, é sempre óbvio se pensarmos bem. Aqui o infográfico completo:

Como melhorar o seu marketing com o uso das cores
2


Isso parece mero entretenimento, mas o que de fato pode ser aplicado nos sites ou apps? A resposta ainda está por vir a partir de alguns bons camaradas da KISSmetrics. Se você está construindo um negócio cujo objetivo é atrair mulheres, aqui um conselho da KISSmetrics para você:

- Mulheres amam: azul, roxo e verde

- Mulheres odeiam: laranja, marrom e cinza
mulher



Caso o aplicativo seja voltado apenas para homens, as regras do jogo são um pouco diferentes:

- Homens amam: azul, verde e preto

- Homens odeiam: marrom, laranja e roxo
homem


Outro bom experimento da Performable (agora HubSpot), quis saber se apenas mudar a cor de um botão faria diferença. Eles começaram com a simples hipótese de escolher entre duas cores (verde e vermelho) e tentaram adivinhar o que aconteceria.

Para verde, a intuição deles foi: verde passa ideia de natural e meio ambiente, é amplamente utilizado nos sinais de trânsito para sugerir “siga” ou o movimento em frente. 

Para vermelho, as conclusões foram: a cor vermelha, por outro lado, comunica excitação, paixão, sangue e atenção. Também é utilizada como sinal de pare. Vermelho também é conhecido por chamar atenção. 

Então, no teste A/B entre verde e vermelho, a cor campeã certamente foi a verde, por ser mais amigável. Isso foi o que eles acharam. O botão vermelho superou o verde por 21%.


É importante ressaltar que nada foi mudado, além da cor do botão: mais pessoas (21%) clicaram no botão vermelho, que no verde. Todo o resto continuou igual na página. Então foi a cor que fez a diferença. 

Isso me fez pensar. Se nós fossemos ler todas as pesquisas antes desse experimento e perguntássemos a cada pesquisador qual versão se sairia melhor, tenho certeza de que a maioria responderia verde. Não tanto. 

Na minha empresa, a Buffer, nós conduzimos vários experimentos para melhorar nossas taxas de conversão por meio da mudança das cores. Embora os resultados não fossem tão claros, nós vimos uma grande mudança. Uma hipótese é que para uma ferramenta de compartilhamento em redes sociais, o uso das cores seria menos uma barreira para conseguirmos cadastros. 

Apesar de todos os estudos, generalizações são extremamente difíceis de fazer. Qualquer mudança que você fizer, trate primeiro como uma hipótese e veja qual o experimento funciona de fato para você.

Último fato rápido: por que hyperlinks são azuis? Isso é algo que sempre me interessou e é de fato uma boa história. É para dar o melhor contrate entre o azul e o cinza dos websites.

Aqui está uma explicação completa:
“Tim Berners-Lee, o grande inventor da web, é conhecido também por ter feito os hyperlinks azuis. O Mosaic, um antigo browser de internet, dispunha as páginas em um fundo cinza (horrível) e o texto preto. A cor mais escura disponível na época, que não era o mesmo preto do texto, era a cor azul. Então, para destacar os links no texto, e ainda assim mantê-los fáceis de ler, a cor azul foi selecionada.” 
(Bennet Feely, Quora.com Discussion)

Eu acho extremamente fascinante a maneira como manipulando um fator tão simples como uma cor podemos interferir tanto na experiência das pessoas. O que você descobriu em termos de cores e marketing? Eu adoraria ler suas ideias sobre isso. Deixe seu comentário. 
*Aplicativo social que agrega diferentes redes sociais e foi desenvolvido pelo autor do artigo.
**Respostas do desafio: Exemplo 1: Facebook, Exemplo 2: Google, Exemplo 3: Flickr, Exemplo 4: LinkedIn

Leo Widrich é o co-fundador do Buffer, um mecanismo inteligente para o compartilhamento de conteúdos no Twitter e no Facebook. Outros textos do autor sobre eficiência e satisfação dos clientes no blog do Buffer. Siga-o no Twitter. Ele é um cara legal!

Fonte:administradores.com.br

terça-feira, 14 de maio de 2013

Clientes podem pagar conta pelo celular


Um produto novo de pagamentos móveis (também conhecido por mobile payment) será experimentado em Jundiaí. Junto com mais quatro cidades do Estado, Guarulhos, Mogi das Cruzes, Sorocaba e Osasco, a cidade integra projeto experimental, pelo qual será possível, já neste mês, realizar transferências, fazer pagamentos, compras e saques por meio do telefone celular. 



O produto, lançado hoje pela MFS (Mobile Financial Service, joint venture) formada pela Telefonica International e pela MasterCard Worldwid, será disponibilizado apenas aos usuários de celulares da Vivo. O objetivo é desenvolver soluções de pagamentos móveis no Brasil, especialmente para aquelas pessoas que não possuem conta em banco, das classes C/D/E.


O sistema irá operar diretamente pelo telefone celular, utilizando o canal de voz, permitindo seu uso mesmo pelos aparelhos mais básicos. A adesão ao sistema é gratuita e feita diretamente na tela do celular, de forma simples e autoexplicativa. O usuário poderá carregar a conta pré-paga e começar a fazer sua movimentação de forma mais segura. Segundo o Banco Central, mais de 50 milhões de brasileiros não têm conta em banco. Para realizar transações, serão cobradas taxas.


fonte: Jornal de Jundiaí

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Empresas em redes sociais: por que o modelo atual não sobreviverá

A ideia é bem simples. No topo, fica o indicador principal da empresa, que diz respeito a vendas, faturamento, lucro ou retenção de clientes. Ou seja, o retorno real sobre o investimento, representado pela sigla ROI (return on investment). Essa premissa é inalterável: resultado financeiro é o que as empresas buscam. É para isso que elas um dia foram criadas.




Pergunte a um profissional dedicado à comunicação online de uma marca sobre o desempenho de suas ações. Você provavelmente ouvirá dele uma resposta em números, o que é bom. Mas ele falará de métricas como curtidas, seguidores ou engajamento, o que é ruim. Não que esses fatores não sejam relevantes. Sim, eles são. O problema é que são tratados como a razão de ser, o objetivo maior, de um plano de comunicação.

Como consultor, venho implantando em empresas a pirâmide de métricas, ferramenta crucial no método de content marketing.


No segundo patamar, estão os indicadores-chave de performance, que herdam da língua inglesa a sigla KPI (key performance indicator). Dizem respeito aos fatores cruciais para vendas. No terceiro nível, a base da pirâmide, habitam todos os outros números que possam ser mensurados. Por isso, é chamado de painel de controle.

O conflito
É exatamente entre o primeiro e o segundo nível que mora o problema. Profissionais de comunicação quase sempre atribuem a métricas operacionais o status de KPIs. É disso que reclamam os CEOs.

Equipes inteiras se empenham em produzir conteúdos para redes sociais. Orgulham-se de seus resultados de engajamento — que exigem mesmo capacidade de comunicação e domínio das plataformas. No entanto, negligenciam uma etapa importante ao não responderem uma pergunta que CEOs adoram fazer: como isso tudo vira dinheiro?. A resposta é: não viram.

KPIs são — ou deveriam ser — representadas pelo número de pessoas endereçáveis. Aqueles potenciais clientes que a marca é capaz de identificar, classificar e contatar, não importando o meio de comunicação pelo qual isso vá ser feito. Nesse ponto, as redes sociais mais populares deixam a desejar. As empresas têm acesso a informações básicas de cada cadastro, como o nome e a região, o que o torna inútil.

As consequências
Ainda não li uma notícia assim: “Empresa dá salto em vendas graças à comunicação por redes sociais“. Pelo contrário: no Black Friday de 2012, as redes sociais responderam por menos de 1% das vendas online.

Não é difícil compreender o fiasco se pensarmos que 77% dos CEOs americanos entendem que seus profissionais de marketing não dão a mínima para as vendas. E não dão mesmo. Aqui, no Brasil, só 8% das marcas que têm presença digital estão preocupadas em aumentar as vendas via redes sociais.

Conversei a respeito disso com especialistas de diversos países nos Estados Unidos, no ano passado, durante um inesquecível happy hour após um evento. Estavam à mesa, além de mim, três americanos, dois holandeses, um irlandês, um francês e um inglês que atua no Canadá. Todos são consultores ou donos de agência de content marketing.

Descobri que a onda das redes sociais já havia passado pelas empresas daqueles países e tinha sido efêmera por causa da crise econômica que eles vêm enfrentando. Com a corda no pescoço, ou os esforços de comunicação geram resultados financeiros ou são cortados. Naquele amadurecimento forçado pela crise, redes sociais deixaram de ser o caminho. É o que, mais lentamente, começa a acontecer no Brasil.

Durante o happy hour, me lembrei de um e-mail que recebera poucos dias antes de um social media de vinte e poucos anos de idade, que se definiu assim:


“Faço parte de uma geração de visionários que estão revolucionando a comunicação das empresas brasileiras”.

Foi o discurso de muitos entusiastas como esse rapaz que confundiu o mercado poucos anos atrás. Com medo daquela onda então desconhecida chamada social media, as empresas acharam melhor não subestimar a novidade e embarcaram na corrida eufórica por follows e likes. Só que já começou a acontecer aqui o mesmo que nos Estados Unidos e na Europa, onde o tal status de visionário perdura só até a hora de prestar contas.

Foco
Um plano de comunicação deve começar pelos fins. Ou seja, pela definição dos objetivos. Aonde se quer chegar vem primeiro. Como chegar lá vem depois, trazendo a reboque toda a operação. Só nesse momento é que vai se determinar se Facebook, Twitter e cia servem ou não. Normalmente, eles entram como suportes. São, portanto, métricas da base da pirâmide. Mas estão longe de ser um fator crítico de sucesso, papel que cabe a técnica mais conectadas com a operação comercial, como inbound marketing, eventos online e presenciais, blogs corporativos e outras táticas de content marketing.

Ser eficaz, e não visionário, é o nome do jogo.


Sobre o autor: Cassio Politi é diretor de content marketing da Tracto. É autor do livroContent Marketing - O Conteúdo que Gera Resultados, que será publicado em abril de 2013. Já prestou consultoria e ministrou cursos em 25 estados. Twitter: @tractoBR.

Fonte: Tracto Content Marketing

Google já permite que usuários possam decidir o que fazer com suas informações depois que morrerem

google


O grande e cada vez mais poderoso Google anunciou na quinta-feira (11) o lançamento de uma nova função que permitirá aos usuários de seus serviços online, como Gmail ou YouTube, decidir o que querem fazer com todas as suas informações armazenadas quando partirem deste mundo. Segundo mensagem em um de seus blogs oficiais:


“Hoje lançamos uma nova função que torna mais fácil comunicar ao Google o que você quer fazer com seus ativos digitais se você morrer ou não puder mais usar sua conta. Esperamos que esta nova função lhes permita preparar sua vida digital após a morte, de uma forma que proteja sua vida privada e sua segurança”.

“Gestão de conta inativa” foi o nome escolhido para essa nova função que agora será incorporada à página que oferece uma série de serviços do Google, como mensagens do Gmail, vídeos do YouTube, os álbuns de foto Picasa, a rede social Google+ e o serviço para armazenar e compartilhar fotos Drive.

Ou seja, você poderá agora decidir o futuro de seus dados contidos em suas contas quando estas ficarem inativas. Ainda segundo o Google:

“Por exemplo, você pode escolher destruir os dados, depois de três, seis ou doze meses de inatividade. Ou você pode selecionar contatos de confiança para receber os dados”.

Tudo bem, mas se acontecer algum mal entendido? Pois é, já pensando nisso e para evitar acidentes, a empresa explicou que antes de qualquer ação de sua parte será enviada uma mensagem até sua conta através do telefone celular ou a um endereço de correspondência alternativo que tiver informado.

Embora comprovadamente o brasileiro não tenha o perfil de querer pensar na posteridade, sem dúvida, é um assunto que merece uma atenção especial.

Via Exame

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Microsoft também foi hackeada por causa de falha no Java



De acordo com a Microsoft, “um pequeno número” de seus computadores foi hackeado em um ataque semelhante ao que aconteceu com a Apple e o Facebook.


Em um post no seu blog de segurança, a empresa afirmou que essas máquinas, incluindo algumas de sua divisão de software para Mac, foram infectadas com malware “usando técnicas semelhantes àquelas documentadas por outras empresas”. A Microsoft não citou o Java por nome, mas nem precisou: uma falha 0-day de segurança no plugin para navegadores foi a causa do problema que afetou Apple e Facebook nas últimas semanas.

Os ataques tiveram início quando um hacker injetou código malicioso no site iPhoneDevSDK, espécie de ponto de encontro de quem desenvolve para dispositivos móveis. Nele, funcionários de Facebook, Twitter, Apple e várias outras empresas podem procurar interessados em testar novas versões de seus apps. A Microsoft também desenvolve apps para iOS.

A empresa afirma que só revelou os ataques agora porque ela não divulga falhas de segurança “durante o processo inicial de coleta de informações”. Segundo a Microsoft, não há evidências de que qualquer dado de cliente tenha sido afetado pelos ataques.

Com informações de Gizmodo

Redação iMasters


Matérias especiais e reportagens conduzidas internamente pela Redação iMasters.Página do autor Email


Fonte: http://imasters.com.br

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Google mostra vídeo do Glass e abre pré-venda




Interessados em testar os óculos inteligentes devem justificar no Google+ ou Twitter; escolhidos desembolsarão US$ 1.500

Mariana Congo, do Radar Tecnológico

SÃO PAULO – O Google publicou hoje um vídeo inteiramente filmado com o Google Glass, os óculos inteligentes. O aparelho tira fotos, filma, faz buscas, ligações, mostra localização e mapas. O produto deve chegar ao mercado ainda neste ano.

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• Siga o ‘Link’ no Twitter, no Facebook, no Google+ no Tumblr e também no Instagram

O vídeo mostra as funcionalidades do “smartphone-óculos”. Para tirar uma foto, a pessoa diz “Ok, Glass, tire uma foto”. A mesma lógica vale para gravar um vídeo.

Se quer fazer uma busca, o usuário apenas fala “Google” e o dispositivo faz a procura com base no que a pessoa está vendo naquele momento. E mostra o resultado na telinha dos óculos.
Veja o vídeo:
 O Google Glass deve chegar ao mercado neste ano e custar entre U$S 500 e 1.000. FOTO: Divulgação


Como ter um Google Glass? Juntamente com o lançamento do vídeo hoje, o Google está convidando pessoas comuns para testarem o Google Glass. Primeiro, é preciso morar nos Estados Unidos. Depois, ter mais 18 anos e ser “criativo e ousado”.

Além dos pré-requisitos acima, é necessário dizer – em uma postagem no Google+ ou no Twitter – o que você faria se tivesse um Google Glass, usando a hashtag #ifihadglass (se te eu tivesse óculos). A justificativa pode conter um texto de até 50 palavras, 5 fotos ou também um vídeo de até 15 segundos e ser publicada até 27 de fevereiro.

Mas não basta ter uma boa ideia: nada disso é de graça. Os escolhidos – o Google não divulgou o número de pessoas que receberão os óculos – terão que desembolsar US$ 1.500 (mais impostos) para comprar a versão de teste do Google Glass, além de comparecer a um evento em Nova York, São Francisco ou Los Angeles.

O site do Google Glass mostra o produto disponível em cinco cores batizadas de carvão, tangerina, pedra, algodão e céu.

O projeto. Em abril do ano passado, o primeiro vídeo publicado sobre o projeto do Google Glass dava uma ideia do protótipo, com o mesmo conceito do divulgado hoje, mas com algumas funções diferentes:


Mercado. O Google Glass deve chegar ao mercado ainda este ano e custar entre U$S 500 e U$S 1.000. Nesta semana, rumores de que o Google abriria lojas nos Estados Unidos estão relacionados ao lançamento da novidade. O objetivo: permitir que potenciais consumidores testem os óculos inteligentes.

Ontem, as ações do Google atingiram valor recorde desde que a empresa estreou na bolsa de valores Nasdaq, em 2004. Os papeis chegaram a ser negociados a US$ 807.

Hoje, por volta das 12h20 (horário de Brasília), as ações do gigante de buscas estavam em queda de 0,26%, cotadas a US$ 804,78.

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A diferença é a marca por Nizan Guanaes



A diferença entre um tablet fabricado na China e o mesmo tablet igualzinho, só que com a marca Apple, é a marca da Apple.

A marca não é só um logo estampado num produto, mas um conjunto de valores e atributos tangíveis e intangíveis que essa marca carrega e aquele logo anuncia. A construção de uma marca é uma obra empresarial suada, que leva tempo, feita com disciplina e profissionalismo.

A marca não é, como muitos pensam, fruto só de publicidade. Ela é uma verdade, um sonho ou uma fantasia. A única coisa que ela não pode ser é uma mentira. É uma verdade mesmo que essa verdade seja a fantasia da Disney.

Uma marca também é definida por coisas que não é. Louis Vuitton, por exemplo, não é barato. A marca se gaba de nos últimos anos não ter feito liquidação. Por isso, quem a usa carrega não só uma bolsa, mas uma bolsa cara, que leva toda a história da casa Vuitton.

As marcas não vendem só luxo, exclusividade ou frescura. Quem compra na Zara, por exemplo, ostenta inteligência: "Sou mais inteligente porque me visto bem na Zara, comprando o que está na moda sem pagar o preço alto da moda".

Para isso, a Zara é um prodígio de seguir a moda sem copiar seus custos, abrindo lojas bem na frente das marcas de luxo.

As marcas, assim como os grandes jornais que amamos, têm que ter conselho editorial e editor-chefe. Steve Jobs foi o maior editor-chefe empresarial dos últimos tempos. Construiu a marca Apple pelas coisas que fez e não fez, como não dar ouvidos ao consumidor, impondo sua própria vontade.

Num mundo onde virou moda certos clientes maltratarem suas agências de propaganda (refluxo da arrogância das agências nas décadas de 70 e 80), Jobs colocou a agência TBWA dentro, fisicamente, do prédio da Apple e construiu junto com ela alguns dos melhores momentos da publicidade, a ponto de em alguns comerciais ele mesmo fazer textos e até locução.

Jobs soube também explorar com maestria as relações públicas. Todos temos no imaginário o Steve Jobs de jeans e gola rolê apresentando a um auditório lotado e em frenesi o próximo lançamento.

Ele fez da coletiva um instrumento midiático moderno, global e excitante. E usou o design para tornar um aparelho único porque o design o fazia parecer único mesmo quando não era tão único assim.

O silêncio, a discrição e quase nenhuma publicidade podem também construir uma marca.

A família Safra é um exemplo. Discretos, construíram uma marca e várias casas bancárias com uma ferramenta de marketing poderosa, o "no marketing".

O "no marketing" não é só ser discreto e "low profile". É também ter fama de discreto e "low profile". Construir a cultura do "no marketing" é repeti-la com exaustão dentro da organização e fazer com que todos a conheçam e se comportem assim.

Indo de um polo a outro, marcas como Redbull foram inventadas com todo o barulho e ferramentas de marketing, de forma tão revolucionária quanto o silêncio dos Safra.

Adotando os esportes radicais, o gênio de seus criadores fez de uma bebida de gosto estranho marca de aceitação global. Redbull é a energia do novo novo. Com o patrocínio dos esportes de alto risco e alta energia, tornou-se sinônimo mundial de energia, uma ação de "branding" maciça que consumiu, pasmem, 35% do seu faturamento.

Apple, Safra e Redbull são "brandings" diferentes, unidos pelo alinhamento total entre a marca e a cultura da organização empresarial. Como Ralph Lauren, cuja vida se confunde com a marca e a empresa que levam seu nome. Criou valores, processos e crenças, conhecidos por todos, que terão de ser respeitados mesmo quando ele não estiver aqui para lembrá-los.

O mundo da moda é o mais dinâmico usuário dos instrumentos de marketing. Como fica velha todo ano, a moda tem que se tornar anualmente jovem e renovada. As diferenças podem vir nas embalagens, no produto, na publicidade, no preço ou na tecnologia e na inovação.

Num mundo lotado de marcas e ferozmente competitivo, ninguém sobrevive ou constrói marca se não tiver uma diferença clara e se a organização não estiver alinhada, consciente e doutrinada a trabalhar para não esquecer nem deixar o consumidor esquecer aquela diferença.

Nizan Guanaes publicitário baiano, é dono do maior grupo publicitário do país, o ABC. Escreve às terças-feiras, a cada duas semanas, no caderno 'Mercado'.
Fonte: Jornal Folha de São Paulo.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Twitter do Burger King é hackeado e “transformado” em perfil do McDonalds



O perfil mundial da rede de fast food Burger King foi hackeado e teve sua aparência editada com nome, logotipo e cores da concorrente, McDonalds. Aparentemente, a invasão ocorreu na tarde desta segunda-feira e até o fechamento deste post a conta ainda não havia sido recuperada pelos responsáveis legítimos.


Além de passar a aparecer nas timelines dos seguidores com o nome de McDonalds e utilizar o logo da concorrente em seu avatar e background, o perfil também tem recomendado comprar produtos dela e veiculado posts sobre o caso. A página deu RT, por exemplo, em um post do Anonymous, como você pode ver abaixo:

Não há ainda confirmação sobre quem foi responsável pela invasão. Na própria timeline do Burger King hackeada, entretanto, os invasores recomendam segui o perfil do Anonymous (@YourAnonNews) e utilizam a hashtag #OpMadCow.



fonte: http://www.administradores.com.br

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O QUE VEM POR AÍ NO MUNDO DIGITAL QUE PODE AFETAR AS RELAÇÕES PÚBLICAS










Sempre no final e no começo dos anos a gente se mete “à besta” e “prevê” o que vai pegar naquele próximo período.

Pois, bem! Fazendo esse exercício de futurologia baseada em um evento voltado para o mercado varejista dos Estados Unidos – o NRF (National Retail Federation), segue meu primeiro post de 2013 aqui no Blog Relações. Por que eu escolhi essa feira para ditar as tendências? Porque acredito que o que vale para o varejo é extensível para boa parte dos mercados.

Segundo o Blog do Google Varejo Brasil, cinco temas foram recorrentes em praticamente todas as palestras do evento: Mobile, Omni-Channel, Big Data, Capitalismo Social e Conexão Emocional com a Marca. Vamos a cada um deles.

Os tais dispositivos e aplicativos móveis estão “na crista da onda” e passam a ser integradores de vendas, ou seja, o usuário pode comparar, consultar, aprofundar-se e decidir onde e que modelos comprar por meio deles. Para o lojista, pode ser uma ferramenta auxiliar de vendas. Do ponto de vista de RP: o profissional tem que aprender a gerar conteúdo para esse canal, além de funcionar como um curador digital de conteúdos, informações entre a organização e seus públicos.

A tendência de Omni-Channel já foi tratada como realidade pelo evento. Omni-Channel significa que não existe mais um canal de compras. O consumidor dos dias de hoje é multi e cross canal, isto é, compra em diversos canais conforme for mais conveniente e prático para ele e pode realizar compras em ambientes físicos e virtuais. O que pode ser considerado Omni-Channel? Lojas físicas, venda porta a porta, comércio eletrônico, Mobile Commerce, TV commerce, Social Commerce, entre outros. Do ponto de vista de RP: temos múltiplos canais para nos relacionarmos com os nossos públicos de interesse e temos que ter estratégias diferenciadas e linguagens adequadas para cada um deles.

O conceito de Big Data consiste em transformar dados e informações geradas pelo consumidor em ações para incremento de vendas e relacionamento com esse público. Em outras palavras, o que o usuário posta em redes sociais poderia ser insight para melhorar o relacionamento dele com a organização ou mesmo gerar novos produtos e serviços. Do ponto de vista de RP: ter acesso a esse tipo de informação e usá-las com inputs para a criação de ações de relacionamento com os públicos de interesse. Qual é o grande problema dessa tendência? Ainda é muito difícil transformar o emaranhado de dados e categorizá-los em informações que façam sentido a todos.

Capitalismo social parece até um paradoxo, mas é uma tendência no sentido de que conclama as empresas para promoverem o bem estar das sociedades por meio de ações reais de criação de empregos, auxílio à economia do país etc. Do ponto de vista de RP: lembram-se das famosas frases que definiam RP como sendo a atividade responsável por criar uma harmonização entre organizações e seus públicos. Pois, é…por aí! Entender os anseios da sociedade e analisar, do ponto de vista corporativo, onde a empresa pode colaborar.

E, por fim, a tendência de Conexão Emocional que parece ser o elixir que as marcas tanto buscam para se atingir o sucesso junto aos seus consumidores. Ter consistência no discurso em todos os pontos de contato que a marca têm com seus usuários pode ser o diferencial que o consumidor procura para comprar da sua marca e não da concorrente.

O blog do Google Varejo Brasil recomenda o vídeo da Coca-Cola para ilustrar esse conceito de Conexão Emocional com a marca: http://youtu.be/gZytIFTsQHA. Do ponto de vista de RP: transformar a marca em uma lovemark por meio de produtos e serviços decentes e, mais do que isso, promover experiências positivas da organização com seus públicos de modo a criar conexões emocionais e de maneira que os consumidores se tornem embaixadores da marca. Mais vale um terceiro falando bem da gente do que a gente mesmo se vangloriando, correto?

Também falei de tendências para as mídias sociais no projeto Ideas Scup no final do ano passado. Se tiver curiosidade, passa lá também: http://ideas.scup.com/pt/scup-50-futuro-das-midias-sociais/carolina-terra/.


Fonte: http://networkedblogs.com/I04z7

Carolina Terra é doutora e mestre em Interfaces Sociais da Comunicação, ambas pela Escola de Comunicações e Artes da USP. É pesquisadora, consultora e professora de Mídias Sociais e Comunicação Organizacional, atuando como docente na Fecap, FAAP, Belas Artes e ECA-USP. É autora do livro Blogs Corporativos (Difusão Editora) e editora do blog RPalavreando.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

As dez carreiras mais estressantes em 2013


04/01/2013 - POR LIGIA AGUILHAR | EMPRESAS, PESQUISA, RANKING





                  


O site americano de busca de empregos CarrerCast.com fez uma pesquisa para identificar o nível de estresse envolvido em 200 carreiras diferentes.

A partir desses dados, o site elaborou uma lista dos dez empregos mais estressantes do ano. A pesquisa considerou o nível de exigência física, potencial de crescimento, pressão por resultados, possibilidade de viajar, tempo de exposição ao público, entre outras variáveis.

Para cada carreira há uma breve explicação apontando quais os fatores que levaram a profissão a figurar na lista.

Quer saber – ou confirmar – se o seu emprego é um dos mais estressantes? Confira o ranking:

10. Policial
Estar constantemente exposto a situações de risco e arrombar portas sem saber o que há do outro lado certamente aumenta a pressão arterial, aponta o levantamento.

9. Taxista
Salários baixos, trabalhar em horas indesejadas e a exposição a riscos como assaltos e acidentes são apontados como fatores de estresse da profissão.

8. Repórter de jornal
A redução do quadro de funcionários nas redações exige que os repórteres trabalhem cada vez mais e com salários mais baixos, diz o relatório. A busca pela notícia no menor tempo possível e o medo de cometer erros também aumentam a pressão sobre esses profissionais.

7. Fotojornalista
Salários baixos e a exposição a situações de risco em busca dos melhores cliques são apontados como principais fatores de estresse.

6. Executivo
As mudanças constantes no mercado corporativo e a pressão de comandar uma empresa em um cenário econômico difícil complicam o dia a dia desses profissionais que representam publicamente suas corporações.

5. Relações públicas
Eles precisam pensar e agir rápido em situações de estresse e vivem expostos ao julgamento do público. Não bastasse isso, ainda é uma das carreiras mais procuradas por universitários, o que aumenta a concorrência no mercado de trabalho e torna mais difícil manter um emprego.


4. Piloto de avião
Além de passarem muito tempo longe de suas casas e de suas famílias, pilotos de avião carregam uma grande responsabilidade, já que grande parte da segurança do voo depende deles.

3. Bombeiro
Além de serem expostos a riscos e tragédias, bombeiros fazem grande esforço físico e trabalham em jornadas que facilmente ultrapassam 24 horas.

2. General Militar
Eles ditam as estratégias de combate e ficam com toda a responsabilidade pelo sucesso ou fracasso de uma operação. Ter a vida de milhares de soldados em mãos, definitivamente, não é fácil, aponta o levantamento.

1. Militar
Mesmo em países em que os militares estão menos expostos a situações de tensão, como conflitos e guerras, a rotina no exército por si só é rígida e exige a superação de muitos desafios.

Concorda com a lista? Comente!
fonte: Revista Época Negócios

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Novas regras para publicidade infantil





Governador Geraldo Alckmin deve sancionar ainda em janeiro dois projetos de lei que pretendem impor novas regras para anunciar alimentos a crianças e vender lanches com brinquedos

McDonald´s, Bob´s e Burger King estão entre as principais marcas que podem ter que rever a sua estratégia de relacionamento infantil

Crédito: SXC

Os dois projetos de lei que pretendem impor novas regras para anunciar alimentos com baixo teor nutritivo a crianças e vender lanches junto com brinquedos devem ser sancionados pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) ainda neste mês de janeiro. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, órgãos de defesa do consumidor, como o Instituto Alana e Idec, se preparam para apresentar ao governador dados capazes de comprovar a interferência da publicidade e dos brindes na educação das crianças.

McDonald´s, Bob´s e Burger King estão entre as principais marcas que podem ter que rever a sua estratégia de relacionamento infantil. O texto que proíbe a venda de alimentos com brinquedos ou brindes, o PL 1.096 de 2011, é de autoria do deputado Alex Manente (PPS). Já o PL 193 de 2008, criado pelo deputado Rui Falcão (PT), não só obriga os anúncios de alimentos e bebidas "pobres em nutrientes, com alto teor de açúcar, gorduras saturadas ou sódio" a serem veiculados no rádio e na TV apenas entre 6 e 21 horas, como também veta o uso de personagens e celebridades infantis. Ambos os textos foram aprovados em dezembro de 2012 pela Assembleia Legislativa paulista (Alesp).


Fonte: Meio e Mensagem